domingo, 22 de fevereiro de 2026

PREOCUPANTE: ACRE EM ESTADO DE ALERTA:

 SAÚDE NÃO DESCARTA CASOS DE VARÍOLA DOS MACACOS NO ACRE E ENTRA EM ESTADO DE ALERTA

A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), por meio do secretário Pedro Pascol, não descartou a possibilidade do Acre registrar casos de Mpox, doença conhecida como varíola dos macacos.

De acordo com entrevista concedida por Pedro Pascol à imprensa nesta sexta-feira (20), o Acre entrou em estado de alerta após o estado vizinho de Rondônia registrar quatro casos confirmados da doença.

A Vigilância Sanitária segue monitorando rigidamente essa situação em todo o Acre. Existe, sim, a possibilidade de chegar ao estado, mas é uma doença que, apesar de ter uma repercussão grande, não é altamente infecciosa”, afirmou o secretário.

O secretário descartou a possibildiade de uma pandemia da doença.

Por isso que se tem uma certa segurança. Não vai virar uma pandemia como foi a da covid-19, mas quem sentir qualquer sintoma deve procurar uma unidade de saúde”, afirmou Pascoal.

Hoje, a principal forma de transmissão é o contato direto com lesões de pele, secreções ou fluidos corporais. A exposição próxima e prolongada a secreções respiratórias também pode representar risco. Fonte: 

OUTRAS NOTÍCIAS: A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) confirmou em fevereiro de 2026 a notificação de um possível caso de Mpox (anteriormente conhecida como varíola dos macacos) em Rio Branco. As autoridades estão monitorando a situação após casos confirmados em Rondônia. 

Principais Pontos Sobre a Mpox no Acre:

Monitoramento: A Vigilância Sanitária do Acre, intensificou o monitoramento, especialmente com o aumento de casos em Rondônia, considerando o fluxo de viajantes entre os estados.

Caso Recente: Uma nova notificação foi registrada em Rio Branco, em 20 de fevereiro de 2026, com o paciente aguardando resultados laboratoriais.

Transmissão e Sintomas: A doença é transmitida por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais e secreções orais. Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares e lesões na pele que evoluem para bolhas.

Prevenção: A orientação é procurar uma unidade de saúde ao sentir sintomas, pois a doença geralmente tem evolução leve e autolimitada. 

Atenção: A Vigilância Sanitária do Acre reforça que os macacos não são reservatórios ou transmissores da doença.

 Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

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