terça-feira, 5 de maio de 2026

GOVERNO DO ACRE EMITE NOTA:

 GOVERNO DO ACRE: NOTA PÚBLICA SOBRE OCORRÊNCIA NO COLÉGIO SÃO JOSÉ NESTA TERÇA - FEIRA (05/05)

Foto: Mailza Assis/Portal Acre. Fonte:https://agencia.ac.gov.br/

O governo do Acre vem a público confirmar a ocorrência do início da tarde desta terça-feira, 5, no colégio Instituto São José, em Rio Branco, onde quatro pessoas foram atingidas por disparos de arma de fogo, entre elas, três funcionárias e um aluno. Duas funcionárias morreram no local e as demais vítimas foram encaminhadas ao Pronto-Socorro.

De acordo com informações preliminares da Polícia Militar, um menor de 13 anos foi identificado, assumiu a autoria dos disparos e já se encontra sob a custódia do Estado, juntamente com a arma. O responsável legal pelo menor, que também proprietário da arma de fogo está detido.

As circunstâncias do fato ainda estão sendo apuradas, e a Polícia Civil do Acre já instaurou procedimento investigativo para esclarecer a motivação, a dinâmica da ocorrência e eventuais responsabilidades. As forças de segurança seguem atuando de forma integrada para garantir a elucidação completa do caso.

O governo reforça que todas as medidas cabíveis estão sendo adotadas, inclusive com o acompanhamento das vítimas, que receberam atendimento imediato e seguem assistidas pelas equipes da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre).

Diante da tragédia, o Estado manifesta profunda solidariedade às famílias das vítimas, à comunidade escolar do Instituto São José e a todos os profissionais da educação impactados por este episódio. Também informa que está mobilizando equipes de apoio psicossocial para oferecer suporte aos alunos, professores e demais envolvidos.

Como protocolo de segurança escolar da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), as aulas em todas as escolas da rede estadual de ensino estarão suspensas por três dias.

Mailza Assis
Governadora do Acre

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

ATAQUE A TIROS EM ESCOLA DO ACRE:

 ATAQUE A TIROS EM ESCOLA NO ACRE DEIXA DUAS SERVIDORAS MORTAS E ALUNOS FERIDOS

OCORRÊNCIA FOI REGISTRADA NO INSTITUTO SÃO JOSÉ, EM RIO BRANCO, NESTA TERÇA-FEIRA (5).

Um ataque a tiros dentro do Instituto São José, uma escola em Rio Branco conveniada ao Estado, deixou duas servidoras mortas e outros dois feridos nesta terça-feira (5). A informação foi confirmada pelo Batalhão de Operação Especiais (Bope) e pelo governo estadual.

As servidoras mortas foram identificadas como Alzenir Pereira e Raquel Sales Feitosa. Uma outra funcionária e um aluno ficaram feridos, segundo o governo do Acre, e foram encaminhados para o pronto-socorro.

Ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estão na escola atendendo as vítimas. Equipes das polícias Militar e Civil, incluindo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e do Instituto Médico Legal (IML) estão no local.

A polícia confirmou que o suspeito é um aluno do colégio, de 13 anos, que entrou armado na escola e foi apreendido após os disparos. A arma é do padrasto dele que foi levado pela PM-AC e está detido.

O g1 apurou que os alunos do turno da tarde já estavam em aula quando ouviram os disparos. Ainda conforme os sobreviventes, os alunos ficaram muito assustados no momento do ataque, se jogaram no chão e tentaram fazer barricada com cadeiras.

À Rede Amazônica Acre, o comandante do Bope, coronel Felipe Russo, disse que as duas vítimas fatais são inspetoras de colégio. Segundo o coronel, nenhum aluno foi ferido gravemente.

"Um aluno foi atingido na perna. Um adulto também ficou ferido. Infelizmente, tivemos duas funcionárias que estão em óbito. A informação é que um aluno de 13 anos pegou a arma no padrasto, veio e fez esses disparos. Os disparos ocorreram em um corredor que dá acesso à sala da diretora. Ele não teve acesso às salas de aulas", confirmou o coronel.

O coronel confirmou que outros alunos, que supostamente sabiam do ataque, foram identificados pela Polícia Militar.

"Os alunos que sabiam desse fato e, de certa forma colaboraram para que ocorresse, já foram identificados e em breve a Polícia Militar vai encontrá-los", ressaltou.

O coronel afirmou que encontrou várias cápsulas e carregadores da arma no chão. O comandante disse também que as servidoras mortas foram encontradas no corredor.

"Não sei dizer quantos disparos ele fez. As servidoras estavam caídas, aparentemente foram atingidas pela frente. Só saberemos quando a perícia vier e fazer o levantamento", complementou. Fonte:

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domingo, 3 de maio de 2026

OFICINA: "ARTE E MOVIMENTO"

PROJETO DE PINTURA EM TELA, FARÁ EXPOSIÇÃO DE ARTISTAS INSCRITOS NAS OFICINAS EM TARAUACÁ EM 09/05 NA PRAÇA DA MUNICIPAL 

A Política Nacional Aldir Blanc é inspirada na lei aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado que garantiu auxílio-emergencial, recursos para manutenção de espaços culturais e programas de fomento ao setor cultural, durante a pandemia (Lei Aldir Blanc). “A lei foi um marco na política pública de cultura do Brasil.

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terça-feira, 28 de abril de 2026

SHOW! JOGARAM BONITO! 8 X 2: ACRELÂNDIA

SOB O COMANDO DE KENNEDY MENEZES, CRISTAL DE TARAUACÁ VENCE ACRELÃNDIA POR 8 X 2 NO FUTSAL

Fotos: Gil França

Amistoso intermunicipal no município de Acrelândia, meninas tarauacaenses que ser deslocaram representado o município Tarauacá, venceram a seleção feminina de Acrelândia, em um jogo festivo em comemoração ao aniversário da cidade de 34 anos.

Placar final: Cristal de Tarauacá 8 x 2 Seleção de Acrelândia

Gols: Mariah (4), Jéssica (2), Gaduh (1) e Marcela (1)





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quarta-feira, 22 de abril de 2026

105 ANOS DA ESCOLA JOÃO RIBEIRO: TK

CONVITE DE CELEBRAÇÃO DOS 105 ANOS DA ESCOLA JOÃO RIBEIRO EM TARAUACÁ E PROJETO ABRIL INDÍGENA 

A Escola Estadual João Ribeiro foi a primeira escola criada no Município de Tarauacá. Fundada em 20 de Abril de 1921, no Governo de Dr. Epaminondas Jácome, 1º Governo do Território do Acre, Recebeu o nome de Grupo Escolar João Ribeiro, situada à Rua Generalíssimo Deodoro, ministrando e ensino de 1ª à 4ª série. Sendo sua 1ª diretora a professora Ernestina de França Cardoso. Em de 1952, passou a funcionar na Avenida Antônio Frota, nº120, local onde se encontra até hoje. A partir do Decreto Governamental de novembro de 2003, a Escola João Ribeiro passou a ser denominada Escola de Ensino Fundamental e Médio João Ribeiro, por a Escola oferecer o Ensino Médio na modalidade de E.J.A.

João Ribeiro (J. Batista R. de Andrade Fernandes), jornalista, crítico, filólogo, historiador, pintor, tradutor

João Ribeiro, Sergipano de Laranjeiras, empresta seu nome ao Grupo Escolar que foi criado em 20/04/1921, sendo dirigido pela professora Ernestina de França Cardoso. Muitos não conhecem a biografia desse homem que foi um grande intelectual da época. Segundo ocupante da Cadeira 31, eleito em 8 de agosto de 1898, na sucessão de Luís Guimarães Júnior e recebido pelo Acadêmico José Veríssimo em 30 de novembro de 1898. 

João Ribeiro (J. Batista R. de Andrade Fernandes), jornalista, crítico, filólogo, historiador, pintor, tradutor, nasceu em Laranjeiras, SE, em 24 de junho de 1860, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13 de abril de 1934.

Era o segundo filho de Manuel Joaquim Fernandes e de Guilhermina Ribeiro Fernandes. Órfão de pai muito cedo, foi residir em casa do avô, Joaquim José Ribeiro, que era um espírito liberal, admirador de Alexandre Herculano. No inquérito do Momento Literário, de João do Rio, declarou João Ribeiro atribuir a maior importância, para a formação do seu espírito a essa fase de sua vida, quando as excelentes coleções de livros do avô caíram-lhe nas mãos. Além de dedicar-se à leitura, iniciou-se na pintura e na música. Depois de ter concluído na cidade natal os primeiros estudos, transferiu-se para o Ateneu de Sergipe, em Aracaju, onde sempre se destacou como o primeiro da classe. Foi para a Bahia e matriculou-se no primeiro ano da Faculdade de Medicina de Salvador. Constatando a falta de vocação abandonou o curso e embarcou para o Rio de Janeiro, para matricular-se na Escola Politécnica. Simultaneamente continuava a estudar arquitetura, pintura e música, os vários ramos da literatura e sobretudo filologia.

Desde 1881, dedicou-se ao jornalismo e fez-se amigo dos grandes jornalistas do momento, Quintino Bocaiúva, José do Patrocínio e Alcindo Guanabara. Ao chegar ao Rio, trazia os originais de uma coletânea de poesias, os Idílios modernos. Seu amigo e conterrâneo Sílvio Romero leu esses versos e publicou sobre eles um alentado artigo na Revista Brasileira (tomo IX, 1881). Mesmo assim João Ribeiro decidiu não publicá-los. Trabalhou, a princípio, no jornal Época (1887-1888), multiplicando-se por várias seções, sob diversos pseudônimos: Xico-Late, Y., N., Nereu. Em 1888-89 estava no Correio do Povo, com o seu "Através da Semana", onde assinava com as suas iniciais e também com o pseudônimo "Rhizophoro".

Apaixonado pelos assuntos da filologia e da história, João Ribeiro desde cedo dedicou-se ao magistério. Professor de colégios particulares desde 1881, em 1887 submeteu-se a concurso no Colégio Pedro II, para a cadeira de Português, para a qual escreveu a tese "Morfologia e colocação dos pronomes." Contudo só foi nomeado três anos depois, para a cadeira de História Universal. Foi também professor da Escola Dramática do Distrito Federal, cargo em que ainda estava em exercício quando faleceu. A sua atividade intelectual irá se desdobrar com a do autor de vasta obra nas áreas da filologia, da história e do ensaio. Escrevia então para A Semana, de Valentim de Magalhães, ao lado de Machado de Assis, Lúcio de Mendonça e Rodrigo Octavio, entre outros. Ali publicou os artigos que irão constituir os seus Estudos filológicos (1902).

A partir de 1895 fez inúmeras viagens à Europa, ora por motivos particulares, ora em missões oficiais. Representou o Brasil no Congresso de Propriedade Literária, reunido em Dresden, bem como na Sociedade de Geografia de Londres. Mantinha-se em contato com seus leitores brasileiros através de colaborações no Jornal do Comercio, no Dia e no Comércio de São Paulo. A última fase de atividade na imprensa foi no Jornal do Brasil, desde 1925 até a morte. Ali escreveu crônicas, ensaios e crítica.

Em 1897, ao criar-se a Academia, estava ausente do Brasil e por isso não foi incluído no quadro dos fundadores. Em 1898, de volta, ocorreu o falecimento de Luís Guimarães Júnior. A Academia o escolheu para essa primeira vaga. Foi eleito no dia 8 de agosto de 1898 (por 17 votos), tendo tido como concorrente José Vicente de Azevedo Sobrinho (nenhum voto), que mais tarde foi diretor de Secretaria da Academia. Houve naquela primeira eleição três votos em branco. Foi recebido em 30 de novembro daquele mesmo ano, por José Veríssimo. Na Academia, fez parte de numerosas comissões, entre as quais a Comissão do Dicionário e a Comissão de Gramática. Foi um dos principais promotores da reforma ortográfica de 1907. Seu nome foi apresentado diversas vezes como o de um possível presidente da instituição, mas ele declinou sistematicamente de aceitar tal investidura. Em 22 de dezembro de 1927, porém, a Academia o elegeu presidente. João Ribeiro apresentou, imediatamente, sua renúncia ao cargo.

Possuidor de larga cultura humanística, versado nos clássicos de todas as literaturas, dotado de aguda sensibilidade estética. O livro Páginas de estética, publicado em 1905, encerra o seu ideário crítico. Seu sentido estético o fazia inclinado a valorizar os aspectos técnicos, estruturais e formais da obra literária, embora fosse um crítico impressionista, com tendência à tolerância e estímulo aos autores, sobretudo os novos. FONTE:

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

TARAUACÁ 113 ANOS: "IGREJA DE SÃO JOSÉ"

HISTÓRIA DA PARÓQUIA:

PARÓQUIA SÃO JOSÉ ATUALMENTE COM 05 COMUNIDADES E A IGREJA MATRIZ. 

Tarauacá: 110 Anos: "Igreja de São José na cidade de Tarauacá, Construída de madeira, e coberta quase totalmente com folhas de palmeira".

(Nota de Antônio Teixeira Guerra, em 1955. // Foto: Tibor Jablonsky do C.N.G.)

Prédio atual da Igreja de São José/Tarauacá/Ac

Em 1900 foi feita a primeira construção da igreja na região, toda de madeira e coberta com palhas de palmeiras. Somente em 1913 foi erguida uma capelinha pelo então Padre José Frisch, a construção da capela maior se deu a partir da iniciativa da senhora Evangelista Valverde de Vasconcelos, esposa de José Thomás da Cunha Vasconcelos que foi prefeito de Tarauacá, depois nomeado governador do Território Federal do Acre.

No dia 30 de abril de 1916, Evangelista reuniu diversas pessoas e juntas decidiram construir a capela São José, onde se localizava então na antiga Praça São José, o terreno era de propriedade do Tenente Coronel Raphael Maurício Belém e foi adquirida pela comissão a equivalente por dois milhões de contos de réis.

No dia 27 de outubro de 1924 deu-se o início a construção da capela que ficou pronta em 1925, sendo que no dia 19 de março no mesmo ano foi transladado de um altar improvisado no grupo escolar João Ribeiro para a nova capela a imagem de São José em procissão. O primeiro vigário nomeado pela prelazia do Alto Juruá para Tarauacá foi o Padre José Bischosfberger que chegou na cidade em 14 de junho de 1936.

Foi inaugurada mais adiante na véspera de natal de 1938 a nova igreja São José e em 1956 a igreja passou por uma nova reforma e mudou de nome, Paróquia São José, que permanece até os dias de hoje.

Padroeiro: São José

Copadroeiro: São Francisco de Assis. FONTE

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TARAUACÁ 113 ANOS: "MÁQUINA DE JORNAL"

 MÁQUINA DE IMPRESSÃO DO JORNAL 'O TARAUACÁ'

HOJE, EXPOSTA NA PRAÇA CENTRAL DA IGREJA

Tarauacá: 113 Anos: Máquina de impressão do jornal 'O Tarauacá', que era impresso no porão do Teatro Municipal José Potyguara. Década de 1970. Foto: Tarauacá Notícias

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