sexta-feira, 25 de setembro de 2026

PROJETO: "TEM UM CANTOR NA ESCOLA":

PNAB: PROJETO CULTUTAL: TEM UM CANRTE NA ESCOLA DE TARAUACÁ –TEATRO JOSÉ POTYGUARA. NESTE SÁBADO, ÀS 19H

"Tem um Cantor na Escola de Tarauacá”:  viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), tem como objetivo principal fomentar a cultura e a educação musical no ambiente escolar. A iniciativa promove a inserção de oficinas de canto e apresentações artísticas de músicos locais, beneficiando diretamente os estudantes da rede pública de ensino. Através desse incentivo, o projeto transforma a rotina das instituições e atua como uma importante ferramenta de inclusão social e desenvolvimento cognitivo para as crianças. 

Além de aproximar os alunos do universo da arte e da música instrumental, a ação funciona como uma contrapartida social crucial dos fazedores de cultura locais. Essa união fortalece a identidade cultural da comunidade enquanto valoriza os artistas e revela novos talentos regionais. Desse modo, o programa garante que o ambiente de aprendizado seja enriquecido com criatividade, expressão e afeto. Por fim, as atividades estimulam significativamente o foco, o raciocínio lógico e a memória dos estudantes. A parceria consolida o papel da escola pública como um polo de irradiação artística e cidadania. Trata-se, portanto, de uma política de fomento permanente que descentraliza o acesso aos bens culturais no país. 

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos 

OR. NOVENÁRIO DE SÃO FCO DE TARAUACÁ:

 SÃO FRANCISCO EM TARAUACÁ: A HISTÓRIA DE UMA PROMESSA DO SENHOR EUSTÁQUIO DE MOURA  QUE VIROU TRADIÇÃO

O Novenário de São Francisco em Tarauacá teve origem em uma promessa feita por Raimundo Eustáquio de Moura em meados da década de 1920 (por volta de 1924), após escapar de um naufrágio nos rios da Amazônia ao invocar São Francisco.

O Milagre no Rio:

Entre as histórias que fazem parte da memória da devoção a São Francisco em Tarauacá está o relato de Raimundo Eustáquio de Moura, trabalhador de uma firma que realizava viagens de barco pelos rios da região.

Em uma dessas viagens, Raimundo enfrentou um momento de grande perigo. A embarcação entrou em um remanso de águas considerado perigoso, e a situação se tornou tão difícil que ele temeu pelo próprio destino. Diante daquele momento de aflição, recorreu à fé e pediu a proteção de São Francisco.

Segundo o relato transmitido pela tradição, após fazer seu pedido ao santo, Raimundo conseguiu superar o perigo e saiu ileso daquela situação.

O acontecimento teria marcado profundamente sua vida e fortalecido sua devoção. Para ele, não se tratava apenas de ter escapado de um acidente, mas de uma graça alcançada pela fé e pela proteção de São Francisco.

A partir de histórias como essa, a devoção foi ganhando força entre pessoas que viviam às margens dos rios, viajavam pelas águas e enfrentavam diariamente os perigos da vida amazônica. O rio, que era caminho de trabalho, comércio e sobrevivência, também se tornou cenário de relatos de fé, promessas e agradecimentos.

Esse episódio de Raimundo Eustáquio de Moura permanece, assim, como uma das memórias que ajudam a contar a trajetória da devoção a São Francisco em Tarauacá.

Foi então que, em sua própria residência, deu-se um dos primeiros passos dessa história de fé. Raimundo reuniu familiares e amigos para realizar uma novena em homenagem a São Francisco.

Aquela primeira reunião, aparentemente simples, teria um significado muito maior com o passar do tempo. O que começou dentro de uma casa, entre pessoas próximas, passou a despertar o interesse e a participação de outros devotos.

A cada oração, canto e momento de fé, a devoção ganhava novos seguidores. A promessa pessoal de Raimundo começava, assim, a se transformar em uma manifestação coletiva de fé.

A pequena novena realizada em sua residência pode ser entendida como um dos marcos da tradição que, posteriormente, ganharia espaço na comunidade e se tornaria parte importante da religiosidade popular de Tarauacá.

Era o começo de uma história construída pela fé, pela gratidão e pela união dos devotos, uma tradição que seria transmitida de geração em geração.

Formalização e Crescimento: O novenário se transformaria em uma das festas religiosa mias importantes do Acre e começou de forma solene e oficial em 28 de setembro de 1928, por iniciativa de dona Liberalina Moura. Anos depois, em 1933, foi construída a primeira Capela de São Francisco das Chagas no local que ficou conhecido como o "arraial de São Francisco.

Mais do que uma celebração religiosa, o Novenário passou a representar memória, fé, união e tradição, reunindo gerações em torno de São Francisco.

E é justamente nessas pequenas histórias, contadas pelos mais antigos e preservadas pela memória dos devotos, que se encontra a riqueza da origem dessa tradição.

Uma promessa feita em meio ao perigo. Uma oração dentro de uma casa. Uma devoção compartilhada entre amigos e familiares. E, com o tempo, uma tradição que passou a fazer parte da história religiosa e cultural de Tarauacá.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

NOVENÁRIO DE TARAUACÁ 2026: SÃO FCO

 NOVENÁRIO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS EM TARAUACÁ, INICIOU-SE NESTA QUINTA-FEIRA E VAI ATÉ 4 DE OUTUBRO DE 2026

Programação detalhada do Novenário de São Francisco de Assis:

Além das celebrações religiosas, a programação divulgada pela Igreja Católica prevê jantares, leilões e atividades especiais. Confira os principais horários de cada dia:

Quinta-feira, 24 de setembro — abertura: jantar às 18h; Missa de Abertura às 18h30; Caminhada Jubilosa Franciscana às 19h30, com hasteamento da bandeira do copadroeiro São Francisco de Assis; leilão de prendas às 20h35; e show católico com Amanda Vieira às 21h.

Sexta-feira, 25 de setembro: missa às 6h15; jantar às 18h; novena às 18h20; missa às 19h; e leilão às 20h.

Sábado, 26 de setembro: missa às 6h15 e missa dedicada aos idosos e enfermos às 9h. À noite, haverá jantar às 18h, novena às 18h20, missa às 19h e leilão às 20h.

Domingo, 27 de setembro: Celebração pela manhã e, à noite, jantar às 18h, novena às 18h20, missa às 19h e leilão às 20h.

Segunda-feira, 28 de setembro, a sábado, 3 de outubro: a programação segue com celebrações pela manhã e à noite. Os cards diários divulgados pela Igreja indicam jantar às 18h, novena às 18h20, missa às 19h e leilão às 20h. Na quinta-feira, 1º de outubro, também estão previstos batizados às 8h.

Domingo, 4 de outubro — Encerramento: a celebração eucarística começa às 17h30. Às 18h30, os fiéis saem em Procissão Luminosa pelas ruas Antônio Frota, Sérvulo de Paula, 1º de Maio, Coronel Juvêncio de Menezes e Constância de Menezes. FONTE:

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

TARAUACÁ: PROJETO RESGATE HISTÓRICO:

 PROJETO DE RESGATE HISTÓRICO E CULTURAL FORTALECE A MEMÓRIA DE TARAUACÁ:  "RESGATE HISTÓRICO: MEMÓRIAS DE TARAUACÁ" - LEI ALDIR BLANC

Fotos: Acervo Pessoal/Arquivo

Conhecer a história de um povo é preservar sua identidade, valorizar suas raízes e construir caminhos para o futuro. É com esse propósito que o Projeto de Resgate Histórico e Cultural de Tarauacá, realizado por meio da Lei Aldir Blanc, vem se destacando como uma importante iniciativa de valorização da memória do município tarauacaense.

Idealizado pelo escritor e produtor cultural Flávio Santos (Kbym), Embaixador Cultural da Sociedade Literária Acreana (SLA), o projeto reúne fotos históricas, informações, relatos, acontecimentos e referências que ajudam a compreender a formação histórica e cultural de Tarauacá, aproximando o passado das novas gerações. Esse também é o pensamento e trabalho do Professor da disciplina Eletiva da Escola Tupanir Gaudêncio da Costa Edinho do Valle. Sempre trabalhando para o conhecimento na disciplina: "Nossa erra, Nossa História: Tarauacá"

Mais do que reunir fatos históricos, a iniciativa busca despertar nos tarauacaenses o sentimento de pertencimento e o orgulho pela sua terra. A história de Tarauacá é formada pela contribuição de homens e mulheres que ajudaram a construir o município, pelas tradições, pela cultura, pela literatura, pelos povos originários, pelo trabalho, pelas manifestações populares e por tantos acontecimentos que fazem parte da identidade local.

Um dos grandes resultados do projeto é sua utilização como fonte de apoio por professores tarauacaenses em atividades pedagógicas. O material possibilita que estudantes tenham contato com informações sobre a história do próprio município, tornando o aprendizado mais próximo de sua realidade e contribuindo para que as novas gerações conheçam e valorizem suas origens.

A iniciativa também representa uma forma de preservar a memória para além dos livros e documentos. Cada história resgatada, cada personagem lembrado e cada acontecimento registrado contribui para manter viva a memória coletiva de Tarauacá. 

Para Flávio Santos (Kbym), o trabalho de pesquisa e valorização da história local representa um compromisso com a cultura e com as futuras gerações. O projeto demonstra que as políticas públicas de incentivo à cultura podem produzir resultados que ultrapassam o período de execução de um projeto, deixando conhecimento, memória e instrumentos para a educação.

Em um município marcado por uma rica trajetória histórica e cultural, iniciativas como essa ajudam a impedir que importantes capítulos do passado sejam esquecidos. Preservar a memória é também preservar a identidade de um povo.

E fica uma reflexão que traduz a essência do projeto:

“Quem não conhece o passado, não compreenderá o presente e terá dificuldades para construir o futuro de um lugar. Este projeto foi um pensamento novo, idelizado para que depois de sua apresentação, ficasse levando conhecimento e aprendizagem para todos os estudantes tarauacaense. fico feliz, toda vez que algum professor pede esse material para apresentar aos seus alunos em escolas do município”

O Projeto de Resgate Histórico e Cultural de Tarauacá, portanto, não olha apenas para o passado. Ele transforma a memória em conhecimento, o conhecimento em educação e a educação em instrumento para que as próximas gerações possam conhecer, valorizar e continuar escrevendo a história de Tarauacá.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

ORDEM DE VOTAÇÃO: 2026

 SAIBA QUAL É A ORDEM DE VOTAÇÃO NA URNA ELETRÔNICA

A ESCOLHA SERÁ PARA SEIS CARGOS E É POSSÍVEL TREINAR O VOTO ANTES DO DIA DA ELEIÇÃO

Foto TRE/Divulgação

Faltam poucos dias para as Eleições 2026. No dia 4 de outubro, eleitoras e eleitores de todo o país deverão votar para seis cargos. A sequência começa com a escolha do representante para a Câmara dos Deputados e termina com o voto para a Presidência da República.  

A ordem de votação será a seguinte:  

- Deputado federal (quatro dígitos)  

- Deputado estadual ou distrital (cinco dígitos) 

- Primeiro senador (três dígitos) 

- Segundo senador (três dígitos) 

- Governador (dois dígitos) 

- Presidente da República (dois dígitos) 

Diante da urna eletrônica, mantenha a calma para votar. É importante digitar os números com atenção e conferir a foto, o nome e o partido da candidata ou do candidato antes de apertar a tecla CONFIRMA. Se houver erro, basta pressionar CORRIGE e refazer o voto daquele cargo. 

Treine antes da votação  

Quem quiser se familiarizar com a sequência pode usar o simulador de votação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ferramenta reproduz as etapas da votação em um ambiente semelhante ao da urna eletrônica e pode ser utilizada quantas vezes a pessoa quiser.  Fonte: TRE

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

ÁRBITRA ASSISTENTE EM JORDÃO: "MÍSTICA"

 MARIA MÍSTICA FAZ HISTÓRIA COMO PRIMEIRA MULHER ÁRBITRA ASSISTENTE NO CAMPEONATO DE FUTEBOL DE CAMPO DE JORDÃO/AC EM 2026

Fotos/Acervos Maria Mística Oliveira/Reprodução

Pioneirismo, dedicação e amor pelo futebol marcam a trajetória da jovem que abriu espaço para as mulheres na arbitragem do município de Jordão, no Acre.

O futebol de campo de Jordão, no interior do Acre, vive um momento histórico em 2026. Pela primeira vez, uma mulher assume a função de árbitra auxiliar em uma competição oficial do município. O nome que entra para a história é o de Maria Mística Oliveira de Queiroz, que vem conquistando seu espaço na arbitragem com dedicação, conhecimento e muita determinação.

A trajetória de Maria Mística representa mais do que a participação de uma mulher dentro das quatro linhas. É também um importante passo para o fortalecimento da presença feminina no futebol e para a abertura de novas oportunidades para outras mulheres que sonham em atuar na arbitragem esportiva.

Buscando aperfeiçoamento e qualificação, Maria Mística participou de curso de arbitragem realizado em Rio Branco, ampliando seus conhecimentos sobre as regras do futebol, posicionamento, sinalização e atuação da equipe de arbitragem.

Outro momento marcante de sua trajetória foi sua presença na entrega de certificados que contou com a participação do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), experiência que reforçou ainda mais a importância de sua formação e de sua caminhada dentro da arbitragem.

Estréia histórica no Campeonato de Jordão 2026. O momento mais especial veio agora, quando ‘Mística’ teve a oportunidade de atuar em sua primeira partida no Campeonato de Futebol de Campo de Jordão.

Ao entrar em campo como árbitra auxiliar, ela não representava apenas a si mesma. Carregava consigo o simbolismo de ser a primeira mulher a exercer essa função no futebol de campo do município, escrevendo uma nova página na história esportiva de Jordão.

Com a bandeira nas mãos e a responsabilidade de auxiliar a arbitragem durante a partida, ‘Mística’ mostrou que competência, preparação e compromisso são fundamentais para quem deseja construir uma carreira no futebol.

Um exemplo para novas gerações: A presença de ‘Mística’ na arbitragem também serve de inspiração para meninas e mulheres que acompanham o futebol em Jordão. Durante muitos anos, a arbitragem foi vista predominantemente como um espaço masculino. Hoje, mulheres vêm demonstrando que podem ocupar diferentes funções dentro do esporte, seja como atletas, treinadoras, dirigentes ou árbitras.

O pioneirismo de Maria Mística Oliveira de Queiroz poderá, portanto, contribuir para que outras mulheres do município se sintam encorajadas a buscar formação e ingressar na arbitragem.

Sua história começa a ser construída justamente em um momento importante para o futebol de Jordão. E sua estreia no Campeonato 2026 ficará registrada não apenas pelo jogo em que trabalhou, mas pelo significado de ter sido a primeira mulher árbitra auxiliar do futebol de campo do município.

Um novo capítulo no futebol de Jordão: Mais do que uma estréia, Maria Mística protagoniza uma mudança. Sua caminhada demonstra que o futebol é um espaço aberto para quem tem dedicação, conhecimento e vontade de aprender.

O município de Jordão passa a contar com uma representante feminina na arbitragem, e Maria Mística Oliveira de Queiroz entra para a história como uma mulher que teve coragem para ocupar seu espaço e ajudar a construir um novo capítulo do futebol jordanense. Que sua trajetória seja apenas o começo de muitas outras mulheres empunhando a bandeira da arbitragem nos campos do Acre.

Histórico: Maria Mística Oliveira de Queiroz, natural de Jordão/Ac e, atualmente, estou atuando como árbitra assistente no Campeonato Municipal de Futebol de Campo de Jordão. Trablha também como docente na educação.

Sua trajetória na arbitragem começou com o curso de formação de árbitros, ministrado pela Federação de Futebol do Acre (FFAC), em Rio Branco. O curso teve duração de seis meses, de junho a dezembro de 2025.

O seu interesse pela arbitragem surgiu a partir do momento em que seu esposo iniciou o curso. Ela sempre gostou muito de futebol. Inclusive, jogou futebol durante um bom período, mas, depois de sofrer lesões nos dois joelhos, optou por não jogar mais. 

Foi justamente durante o período de recuperação e pós-cirurgia que surgiu a oportunidade de fazer o curso de arbitragem. Ela não estava mais jogando, achou que essa seria uma maneira de continuar envolvida com o futebol. Como seu marido também estava fazendo o curso, ele perguntou se ela não tinha interesse em participar e a incentivou a fazer junto com ele.

Frequentávam as aulas aos finais de semana, aos sábados à noite e aos domingos pela manhã. Foram meses de muito aprendizado, dedicação e esforço. Em fevereiro, tivemos nossa formatura, e foi um momento muito especial, principalmente porque o presidente da CBF esteve presente na cerimônia de entrega dos certificados. Foi muito gratificante concluir essa etapa e receber o certificado depois de todo o esforço realizado durante o curso.

“O aprendizado foi muito importante para mim, mas sei que continuo aprendendo a cada jogo. Atualmente, estou atuando no Campeonato Municipal de Jordão, e considero essa uma experiência única, principalmente por estar representando o público feminino na arbitragem dentro da minha própria cidade”.

“Sinto-me preparada para exercer a função, embora reconheça que ainda preciso adquirir um pouco mais de experiência e prática. Durante o curso, realizamos estágios tanto na função de árbitra assistente quanto na de árbitra principal. Porém, durante os estágios, a orientação foi para que eu seguisse atuando como árbitra assistente, função que estou exercendo atualmente.

Eu não tive a oportunidade de atuar profissionalmente em Rio Branco porque sou concursada como professora no município de Jordão. Na época em que estava fazendo o curso, eu havia solicitado afastamento por um período, inclusive em razão da cirurgia e da recuperação da lesão no joelho.

Durante o tempo em que permaneci em Rio Branco, aproveitei a oportunidade para realizar o curso, adquirir conhecimento e me preparar para atuar na arbitragem. Depois, retornei para Jordão e, agora, estou tendo a oportunidade de colocar em prática tudo aquilo que aprendi.

Para mim, estar em campo como árbitra assistente é motivo de muito orgulho. Ser a primeira mulher a atuar nessa função no futebol de campo do município de Jordão representa uma grande responsabilidade, mas também uma conquista muito importante.

Espero que minha experiência possa incentivar outras mulheres da nossa cidade a acreditarem em seus sonhos, buscarem conhecimento e ocuparem também seus espaços no futebol”.

Fotos Arquivo: 

Árbitra Assistente: Maria Mística Oliveira de Queiroz/Jordão/Ac








Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

ELEIÇÃO: TRAJETÓRIA DE MINORU KINPARA:

 MINORU KINPARA: UMA TRAJETÓRIA CONSTRUÍDA PELA EDUCAÇÃO E PELA CULTURA DO ACRE: MK 1500

Card Divulgação Eleição 2026 MK

Professor, ex-reitor da Ufac e ex-presidente da Fundação Elias Mansour, Minoru Kinpara coloca sua experiência na educação e na cultura como principais credenciais para disputar uma vaga na Câmara Federal

A candidatura de Minoru Kinpara a deputado federal pelo Acre chega às eleições de 2026 marcada por uma trajetória construída ao longo de décadas de dedicação à educação, à universidade pública e à cultura acreana.

Professor de formação, Kinpara construiu sua carreira dentro da educação pública. É graduado em Pedagogia e em Letras – Língua Inglesa pela Universidade Federal do Acre (Ufac), possui mestrado e doutorado em Educação pela Unicamp e pós-doutorado pela Universidade de Salamanca, na Espanha.

Sua relação com a Universidade Federal do Acre foi além da sala de aula. Antes de chegar à reitoria, exerceu diferentes funções administrativas e acadêmicas na instituição. Entre 2012 e 2018, foi eleito e reeleito reitor da Ufac, período em que sua gestão esteve associada ao fortalecimento institucional e à expansão das oportunidades de formação superior no estado.

A experiência universitária também levou Kinpara a ocupar espaço no cenário nacional da educação, tendo exercido a vice-presidência do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras.

Da universidade para a cultura:

Se na educação sua trajetória ganhou projeção por meio da Ufac, na cultura acreana Minoru Kinpara também deixou sua marca à frente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM).

Entre 2023 e o início de 2026, esteve à frente da instituição responsável por importantes políticas públicas culturais do Acre. Sua atuação aproximou a gestão cultural de artistas, produtores, grupos culturais e demais fazedores de cultura, além de colocar em evidência a necessidade de fortalecer as manifestações culturais nos diferentes municípios acreanos.

A própria finalidade da Fundação Elias Mansour inclui a promoção e o apoio às manifestações culturais da população acreana, a preservação do patrimônio histórico e cultural e o desenvolvimento de ações de valorização da cultura dos povos indígenas do Acre.

Essa experiência passou a aproximar ainda mais Kinpara dos artistas e produtores culturais do interior. Em entrevistas, o ex-presidente da FEM destacou ações de financiamento e apoio ao setor cultural e falou sobre iniciativas que alcançaram municípios como Tarauacá.

Uma candidatura que aposta na experiência:

Ao colocar seu nome na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados, Minoru apresenta ao eleitorado uma trajetória diferente daquela de quem está iniciando agora na vida pública.

Sua principal bandeira é a experiência acumulada em áreas consideradas fundamentais para o desenvolvimento do Acre: educação, ciência, formação profissional, universidade, cultura e políticas públicas.

Para seus apoiadores, essa experiência pode ser transformada em representação política em Brasília, especialmente na defesa de investimentos para a educação pública, fortalecimento das universidades e institutos federais, valorização dos profissionais da educação, incentivo à cultura e ampliação das oportunidades para os jovens acreanos.

A candidatura foi oficialmente apresentada em junho de 2026, em evento que reuniu lideranças políticas, educacionais, culturais, comunitárias e religiosas.

Um nome ligado aos municípios e à cultura:

Um dos desafios de qualquer candidatura ao Congresso Nacional é transformar uma trajetória construída na capital em presença efetiva no interior. É justamente nesse ponto que a passagem de Kinpara pela Fundação Elias Mansour ganha relevância política.

Ao circular pelo estado e manter contato com artistas, escritores, produtores culturais, grupos tradicionais e representantes dos municípios, Kinpara ampliou sua relação com diferentes segmentos da sociedade acreana.

Para o setor cultural, a eleição de alguém que conhece por dentro as dificuldades enfrentadas pelos chamados “fazedores de cultura” representa a expectativa de que a cultura possa ganhar maior espaço na agenda política federal.

Educação e cultura como instrumentos de transformação:

A história de Minoru Kinpara é, sobretudo, uma história ligada à educação. Uma trajetória que começou como professor e passou pela gestão universitária até chegar à administração cultural do Estado.

Agora, ao disputar uma cadeira na Câmara Federal, ele busca transformar essa experiência em representação política.

Mais do que um currículo acadêmico, seus apoiadores apresentam sua candidatura como uma oportunidade de levar para Brasília uma voz com conhecimento sobre os desafios enfrentados por professores, estudantes, universidades, artistas e trabalhadores da cultura.

Em um Acre que busca novas oportunidades de desenvolvimento, a educação e a cultura aparecem como dois caminhos estratégicos. E é justamente nesses dois campos que Minoru Kinpara construiu boa parte de sua trajetória.

A candidatura ao Congresso representa, portanto, um novo capítulo de uma caminhada que começou na educação, passou pela Universidade Federal do Acre, alcançou a gestão cultural por meio da Fundação Elias Mansour e agora pretende chegar a Brasília.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos