segunda-feira, 7 de setembro de 2026

ELEIÇÃO: TRAJETÓRIA DE MINORU KINPARA:

 MINORU KINPARA: UMA TRAJETÓRIA CONSTRUÍDA PELA EDUCAÇÃO E PELA CULTURA DO ACRE: MK 1500

Card Divulgação Eleição 2026 MK

Professor, ex-reitor da Ufac e ex-presidente da Fundação Elias Mansour, Minoru Kinpara coloca sua experiência na educação e na cultura como principais credenciais para disputar uma vaga na Câmara Federal

A candidatura de Minoru Kinpara a deputado federal pelo Acre chega às eleições de 2026 marcada por uma trajetória construída ao longo de décadas de dedicação à educação, à universidade pública e à cultura acreana.

Professor de formação, Kinpara construiu sua carreira dentro da educação pública. É graduado em Pedagogia e em Letras – Língua Inglesa pela Universidade Federal do Acre (Ufac), possui mestrado e doutorado em Educação pela Unicamp e pós-doutorado pela Universidade de Salamanca, na Espanha.

Sua relação com a Universidade Federal do Acre foi além da sala de aula. Antes de chegar à reitoria, exerceu diferentes funções administrativas e acadêmicas na instituição. Entre 2012 e 2018, foi eleito e reeleito reitor da Ufac, período em que sua gestão esteve associada ao fortalecimento institucional e à expansão das oportunidades de formação superior no estado.

A experiência universitária também levou Kinpara a ocupar espaço no cenário nacional da educação, tendo exercido a vice-presidência do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras.

Da universidade para a cultura:

Se na educação sua trajetória ganhou projeção por meio da Ufac, na cultura acreana Minoru Kinpara também deixou sua marca à frente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM).

Entre 2023 e o início de 2026, esteve à frente da instituição responsável por importantes políticas públicas culturais do Acre. Sua atuação aproximou a gestão cultural de artistas, produtores, grupos culturais e demais fazedores de cultura, além de colocar em evidência a necessidade de fortalecer as manifestações culturais nos diferentes municípios acreanos.

A própria finalidade da Fundação Elias Mansour inclui a promoção e o apoio às manifestações culturais da população acreana, a preservação do patrimônio histórico e cultural e o desenvolvimento de ações de valorização da cultura dos povos indígenas do Acre.

Essa experiência passou a aproximar ainda mais Kinpara dos artistas e produtores culturais do interior. Em entrevistas, o ex-presidente da FEM destacou ações de financiamento e apoio ao setor cultural e falou sobre iniciativas que alcançaram municípios como Tarauacá.

Uma candidatura que aposta na experiência:

Ao colocar seu nome na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados, Minoru apresenta ao eleitorado uma trajetória diferente daquela de quem está iniciando agora na vida pública.

Sua principal bandeira é a experiência acumulada em áreas consideradas fundamentais para o desenvolvimento do Acre: educação, ciência, formação profissional, universidade, cultura e políticas públicas.

Para seus apoiadores, essa experiência pode ser transformada em representação política em Brasília, especialmente na defesa de investimentos para a educação pública, fortalecimento das universidades e institutos federais, valorização dos profissionais da educação, incentivo à cultura e ampliação das oportunidades para os jovens acreanos.

A candidatura foi oficialmente apresentada em junho de 2026, em evento que reuniu lideranças políticas, educacionais, culturais, comunitárias e religiosas.

Um nome ligado aos municípios e à cultura:

Um dos desafios de qualquer candidatura ao Congresso Nacional é transformar uma trajetória construída na capital em presença efetiva no interior. É justamente nesse ponto que a passagem de Kinpara pela Fundação Elias Mansour ganha relevância política.

Ao circular pelo estado e manter contato com artistas, escritores, produtores culturais, grupos tradicionais e representantes dos municípios, Kinpara ampliou sua relação com diferentes segmentos da sociedade acreana.

Para o setor cultural, a eleição de alguém que conhece por dentro as dificuldades enfrentadas pelos chamados “fazedores de cultura” representa a expectativa de que a cultura possa ganhar maior espaço na agenda política federal.

Educação e cultura como instrumentos de transformação:

A história de Minoru Kinpara é, sobretudo, uma história ligada à educação. Uma trajetória que começou como professor e passou pela gestão universitária até chegar à administração cultural do Estado.

Agora, ao disputar uma cadeira na Câmara Federal, ele busca transformar essa experiência em representação política.

Mais do que um currículo acadêmico, seus apoiadores apresentam sua candidatura como uma oportunidade de levar para Brasília uma voz com conhecimento sobre os desafios enfrentados por professores, estudantes, universidades, artistas e trabalhadores da cultura.

Em um Acre que busca novas oportunidades de desenvolvimento, a educação e a cultura aparecem como dois caminhos estratégicos. E é justamente nesses dois campos que Minoru Kinpara construiu boa parte de sua trajetória.

A candidatura ao Congresso representa, portanto, um novo capítulo de uma caminhada que começou na educação, passou pela Universidade Federal do Acre, alcançou a gestão cultural por meio da Fundação Elias Mansour e agora pretende chegar a Brasília.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

REFLEXÕES: "MEU 07 DE SETEMBRO"

"DIA 07 DE SETEMBRO, SEMPRE MARCOU MINHA VIDA, TRAZENDO LEMBRANÇAS PASSADAS DE MINHA HISTÓRIA, QUE NÃO ESQUEÇO!"

Foto: Acervo Pessoal/Arquivo Flávio Santos

Dia 7 de setembro é um dia perfeito para você refletir, ponderar, lutar, sonhar e reviver momentos da vida. E sabe por quê? Porque é o dia que você está vivendo agora. Este deve ser sempre o seu maior compromisso: sonhar, viver e aproveitar o dia mais importante da sua vida.

Lembro-me bem de como era o 7 de Setembro na escola. Tudo começava muito antes das festividades e dos desfiles, que sempre foram uma das coisas de que mais gostei, além de participar da fanfarra, é claro.

Passávamos meses fazendo ensaios no pátio da escola ou pelas ruas do bairro da Praia. Às vezes, seguíamos pelo centro da cidade. Para participar da fanfarra da escola, era preciso ser comportado, obediente e tirar boas notas.

Entrei meio que pela porta dos fundos, pois havia faltado um componente e fui chamado às pressas para substituí-lo. Nunca mais saí. Era uma mistura de emoção, prazer e até vergonha desfilar pelas ruas do bairro Senador Pompeu, a nossa querida Praia.

Passávamos a noite quase sem dormir às vésperas do desfile. Tínhamos que acordar cedo, tomar banho, vestir e calçar o fardamento branco — quase sempre emprestado de um amigo — e ir para a escola tomar o famoso “leite de burro” com bolacha Papaguara.

Eu adorava aquela espuma que ficava na panela, sempre preparada pelas mãos habilidosas de Dona Dagmar, Delzuite, Maria Bernaldo ou 'Fátima do Dino'. Era quase uma obrigação natural que, todos os anos, acontecessem os desfiles. Para cada aluno, participar daquele evento era uma honra.

Era uma correria quando estávamos na sala de aula e chegava o aviso:

— Todos em fila!

Corríamos felizes, apreensivos e, ao mesmo tempo, eufóricos. Antes de sair, ainda fazíamos uma última ensaiada para afinar as baterias e os demais instrumentos da banda. Tínhamos que deixar tudo limpinho, passando álcool para que os instrumentos brilhassem debaixo daquele sol escaldante.

A concentração dava a volta no quarteirão. Seguíamos para a Rua do Comércio, em frente aos Correios, onde aguardávamos a nossa vez de desfilar.

Era um orgulho participar da fanfarra escolar da Escola Rosaura Mourão da Rocha. Para mim, era muito mais do que isso. Hoje, fico pensando no quanto foi maravilhoso estudar naquela escola.

Tenho orgulho de lembrar que, ainda criança, trabalhei debaixo do sol quente, ajudando a quebrar concreto para a construção das paredes da escola onde, anos mais tarde, voltaria a estudar.

Não foi fácil. Estudei, passei de ano, formei-me em Pedagogia pela UnB, fiz três pós-graduações e, depois, voltei como professor para aquele mesmo ambiente educacional.

Ali, tive a oportunidade de ministrar palestras e cursos para professores. Alguns, que no passado faziam bullying comigo e me causavam vergonha, tristeza e desprazer, passaram a me ouvir em formações escolares.

Alguns diziam que eu jamais chegaria a algum lugar. Aquilo me fazia muito mal, mas nunca desisti.

E como fomos felizes!

Sabíamos que, sem a escola, talvez nada seríamos na vida. Tínhamos que honrar nossos pais. Eram eles que faziam de tudo para que nunca faltasse o material escolar necessário para estudarmos.

O “Mano Mezer” estava sempre com o apito na mão e dizia:

— Atenção! Ao meu apito!

Então começava a batida. Era alegria, diversão, emoção e entretenimento.

Em 1997, eu já havia concluído o Ensino Médio, mas fomos convidados para acompanhar a fanfarra do João Ribeiro. Depois, fomos convidados pelo então prefeito Esperidião Menezes Júnior para fazer uma apresentação no município de Jordão.

Saímos de Tarauacá e partimos, durante quatro dias, rumo àquele pequeno povoado recém-fundado. Fomos a primeira fanfarra a se apresentar naquele lugar.

“Tagaratatá!”

A batida dos instrumentos ecoava longe, às margens do Rio Jordão. Foi emocionante. Ganhamos medalhas e muitas lembranças que permanecem guardadas até hoje na memória.

Ainda hoje, lembro o quanto fomos felizes.

Na cidade de Tarauacá, não havia quem não esperasse ansiosamente pela chegada do dia 7 de Setembro. Todos queriam ver as belezas das fantasias das escolas que se apresentavam. As princesinhas e os príncipes passavam pela avenida, representando personagens e contando, através do desfile, histórias e contos infantis.

Não havia classificação oficial, mas a população sempre enaltecia a escola que, na sua opinião, havia se apresentado melhor.

Era uma alegria. Uma fantasia. Um detalhe. Um sorriso. Uma apresentação que ficava marcada na memória.

Ainda lembro do meu último desfile ao lado de grandes amigos: Vanilson Mezer, Edinho, Gricélio, Everaldo, Mano, Cosmos, Lenisvaldo, Neto Gaudêncio e tantos outros que fizeram parte daquela história.

Era diferente olhar para as pessoas enquanto desfilávamos. Elas estavam aglomeradas às margens das ruas, nas varandas das casas, nas sacadas da Prefeitura Municipal e do Teatro José Potyguara.

Quando terminávamos o desfile, a vontade era começar tudo novamente. Queríamos sentir outra vez aquela emoção e receber os aplausos da plateia presente.

Hoje, olhando para trás, percebo que aqueles desfiles não eram apenas apresentações escolares. Eram momentos de construção de sonhos, amizades e histórias.

O 7 de Setembro ficou marcado na minha vida como símbolo de uma infância simples, de superação, de aprendizado e de esperança.

A escola me ensinou muito mais do que conteúdos. Ensinou-me a acreditar, persistir e nunca desistir dos meus sonhos.

E talvez seja por isso que, todos os anos, quando chega o dia 7 de Setembro, não consigo apenas lembrar da Independência do Brasil.

Lembro da minha própria história.

Lembro da escola.

Lembro da fanfarra.

Lembro dos amigos.

Lembro dos aplausos.

E, principalmente, lembro do menino que um dia sonhou em chegar a algum lugar e que, apesar das dificuldades e das palavras que tentaram fazê-lo desistir, continuou caminhando.

Porque alguns sonhos começam no pátio de uma escola, ao som de uma fanfarra, e permanecem para sempre tocando dentro do coração.

 Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

PROJ: DE LEITURA: ESC: MA DONIZETI MOTA:

 PROJETO DE LEITURA DA ESCOLA MARIA DONIZETI MOTA LEVA LITERATURA, CARINHO E IMAGINAÇÃO ÀS CRIANÇAS EM TARAUACÁ

Fotos Acervo Escola Infantil Maria Donizeti Mota

Tarauacá viveu nesta quinta-feira, (3/09/26), um momento especial de incentivo à leitura e à formação de pequenos leitores. Às 8 horas, a Escola Maria Donizeti Mota realizou uma atividade do seu Projeto de Leitura, reunindo crianças de 4 e 5 anos em uma manhã marcada por histórias, livros infantis, participação e muita interação.

A programação contou com a participação especial do escritor Flávio Santos, Embaixador da Sociedade Literária Acreana/SLA, que esteve junto às crianças compartilhando o universo mágico da literatura e mostrando que o contato com os livros pode começar desde os primeiros anos de vida com a leitura de muitas histórias de seu livro infantil: Histórias: Lendo Para Aprender (Bueno Teixeira).

Para a Gestora da Escola Infantil Maria Donizeti Mota, Adriana Rodrigues de Farias, foi um grande momento de aprendizagem na escola: "Hoje foi dia das nossas crianças conhecerem um dos escritores de nosso Município, Flávio Santos, onde as mesmas passaram a saber que quem escreve os livros são ser humanos iguais a eles. Sendo assim, cada um de nós podemos ser escritores. Conhecendo autores, formando leitores, faz parte do Projeto de Leitura da nossa Escola. Gratidão meu amigo Flávio pela parceria".

Durante a atividade, os pequenos participaram da leitura de histórias infantis, ouviram atentamente, fizeram descobertas, responderam às perguntas e interagiram com o escritor. Cada página lida despertava curiosidade e imaginação, transformando o espaço em um verdadeiro encantamento de aprendizagem.

Mais do que apresentar livros, a iniciativa da escola proporcionou às crianças uma experiência de convivência, expressão, criatividade e descoberta, fortalecendo desde cedo o gosto pela leitura e pela literatura.

O momento mais emocionante aconteceu no encerramento, quando a atividade terminou com uma Roda de Conversa. Entre palavras, sorrisos e olhares curiosos, as crianças demonstraram todo o carinho pelo escritor Flávio Santos, que recebeu abraços espontâneos e afetuosos dos pequenos leitores.

A cena simbolizou a essência do encontro: a literatura aproximando pessoas, despertando sentimentos e criando memórias que podem acompanhar as crianças por toda a vida.

A Escola Infantil Municipal de Tarauacá, Maria Donizeti Mota demonstra, com ações como essa, que incentivar a leitura na infância é também investir na imaginação, na educação e na formação de cidadãos mais criativos e sensíveis.

Ler é plantar sonhos: Para Flávio Santos, momentos como esse reforçam a importância de aproximar os escritores das escolas e, principalmente, das crianças.

Embaixador da SLA Tarauacá: Flávio Santos

“Gratidão ao professor Domingos de Paula e demias professores da escola. Quando uma criança abre um livro, ela abre também uma janela para um mundo de possibilidades. E quando um escritor recebe o abraço de uma criança depois de uma leitura, entende que a literatura realmente cumpriu sua missão: tocar o coração. Me sinto feliz e realizado por compartilhar um pedacinho de meu sonho com essas crianças na minha cidade de Tarauacá.” (Flávio Santos)

A manhã na Escola Maria Donizeti Mota ficou marcada não apenas pelas histórias contadas, mas pelo carinho, pela participação e pela certeza de que grandes leitores podem nascer de pequenos encontros com os livros.

Mais Fotos:






















Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

sábado, 29 de agosto de 2026

3° SARAU LITERÁRIO JOÃO RIBEIRO: TK

 3° SARAU LITERÁRIO DA ESCOLA JOÃO RIBEIRO EM TARAUACÁ: “RESSONÂNCIAS ACREANAS”

Fotos Acervo/Arquivo

A Praça Central de Tarauacá foi palco, no dia 28 de agosto de 2026, do 3º Sarau Literário da Escola João Ribeiro, com o tema “Ressonâncias Acreanas”. O evento reuniu alunos, professores, escritores convidados, autoridades e populares em uma noite de valorização da literatura, da cultura e da identidade acreana.

Com apresentações artísticas, musicais, poesias, leituras e manifestações culturais, os estudantes deram um verdadeiro show de criatividade e talento, transformando a praça em um espaço de encontro entre a escola, a comunidade e a cultura.

Embaixador Literário da SLA Tarauacá Flávio Santos

Entre os convidados esteve o escritor, produtor cultural e embaixador da Sociedade Literária Acreana (SLA) Flávio Santos, além de representantes do poder público, professores e demais personalidades. A participação da comunidade reforçou a importância de iniciativas que aproximam os jovens da literatura e valorizam os escritores e artistas locais.

Para os organizadores da escola, este foi um momento especial literário. Para uma das coordenadoras do evento, a professora Loêmia: “Mais do que um sarau, vivemos um momento de encontro, conhecimento e valorização da nossa cultura. Ver nossos alunos ocupando a praça com poesia, arte e criatividade é acreditar que a literatura transforma vidas e mantém viva a nossa identidade acreana.”

O 3º Sarau Literário da Escola João Ribeiro mostrou que a literatura continua viva e pulsante em Tarauacá, ecoando novas vozes e fortalecendo as “Ressonâncias Acreanas”.






Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

TEATRO JOSÉ POTYGUARA: TARAUACÁ

DADOS SOBRE O TEATRO JOSÉ POTYGUARA DE TARAUACÁ. IMPORTANTE MONUMENTO DE NOSSA HISTÓRIA

Foto Acervo pessoal/Arquivo

Fundação: Teatro José Potyguara foi inaugurado em 26 de janeiro de 1933. É considerado o primeiro teatro construído no Estado do Acre e um dos mais importantes patrimônios históricos e culturais de Tarauacá.

Data: 26 de Janeiro de 1933

Local: Tarauacá/Ac

Como surgiu: O Teatro José Potyguara, em Tarauacá, nasceu de um movimento cultural que já existia na cidade antes mesmo da construção do prédio. As primeiras apresentações teatrais aconteciam no palco do Grupo Escolar João Ribeiro, onde atuava a Sociedade Sportiva e Dramática Tarauacaense, formada por moradores interessados em teatro, música e atividades culturais. Entre os integrantes estavam José da Cruz de Sá, Bento Marques de Albuquerque, Antônio Murú Ramos de Meneses e Manoel Honorato de Souza; posteriormente, também participaram o escritor José Potyguara e o maestro Mozart Donizetti.

De quem foi a idéia: Um dos personagens centrais foi José Potyguara, então promotor de Justiça, escritor e grande incentivador da cultura. Segundo registros históricos, o projeto arquitetônico foi elaborado por Potyguara, e a construção teve características bastante próprias da época: uma estrutura mista, com madeira de lei apoiada sobre base de alvenaria. A parte de alvenaria teria sido executada pelo artista português Sebastião Alves Maia.

Qual contexto foi criado: Em um contexto de grande efervescência cultural e econômica marcado pelo ciclo da borracha. O prédio foi idealizado com participação do escritor e promotor público José Potyguara, que mais tarde emprestaria seu nome ao teatro.

Por que deram esse nome: Originalmente, o prédio era chamado de Teatro Municipal de Tarauacá. O nome José Potyguara passou a identificar o espaço posteriormente, em homenagem ao escritor que teve participação importante na vida cultural da cidade.

Por que tem esse formato: O formato arquitetônico do Teatro José Potyguara, em Tarauacá, tem relação com o período em que foi construído (década de 1930) e com a intenção de criar um espaço que representasse modernidade, cultura e prestígio social para a cidade.

A construção segue características dos antigos teatros brasileiros, com uma fachada simétrica, portas e janelas alinhadas, um palco elevado, área destinada à plateia e elementos que lembram os teatros tradicionais europeus. Naquele período, possuir um teatro era considerado símbolo de progresso para uma cidade amazônica que vivia a prosperidade do ciclo da borracha.

Por que tem essas cores: As cores que o prédio apresenta hoje provavelmente estão relacionadas a restaurações e pinturas realizadas ao longo do tempo, e não necessariamente à concepção original do teatro. Em prédios históricos, as cores podem ser escolhidas durante processos de recuperação para valorizar elementos arquitetônicos, destacar a fachada e preservar uma identidade visual considerada tradicional.

Quem era o governador: O governador (então chamado governador do Território do Acre) era Francisco Vasconcelos, que exerceu o cargo de 8 de dezembro de 1930 a 20 de setembro de 1934. Portanto, ele estava no governo quando o teatro foi inaugurado.

Quem era o prefeito de Tarauacá: A construção ocorreu durante a administração do prefeito José Florêncio da Cunha (Cazuzinha).

Como funcionava e como funciona hoje: Na época de sua inauguração, ainda era chamado de Teatro Municipal de Tarauacá. O espaço tornou-se palco de peças teatrais, saraus, bailes, apresentações musicais e eventos beneficentes, sendo um dos principais pontos de encontro da sociedade tarauacaense. Nesta época acontecia muitos bailes promovido pela Sociedade Dramática Tarauacaense (SDT). Hoje funciona como modelo da arte e da identidade cultural do povo de Tarauacá com apresentações diversas e sistema de som adequado e de qualidade, sendo palco de grandes apresentações e projetos culturais.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

EXPOTK: RAINHA DO RODEIO:2026

 EXPO TARAUACÁ 2026 CHEGA COM FORÇA E JÁ TEM AS CANDIDATAS À RAINHA DO RODEIO

Uma das festividades mais aguardadas de Tarauacá está chegando. A Expo Tarauacá 2026 promete agitar a cidade e impulsionar a economia local com shows nacionais e regionais, rodeio, cavalgada e muita animação. As candidatas que vão disputar o título de Rainha do Rodeio Expo Tarauacá já foram escolhidas. Conheça-as e escolha para quem vai sua torcida.

Daiane Carneiro

Elis Madeiro

Francisca Jeane

Halida Cacau

Mailly Lawrence

Martania Albuquerque

Raissa Dantas

Tayline Silva

Fotos Click: Fabrício Rodrigues - FONTE:

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

"APOIAMOS MINORU KINPARA PARA FEDERAL"

 TRÊS FORÇAS DA CULTURA DE TARAUACÁ, UNEM-SE EM APOIO A MINORU KINPARA PARA DEPUTADO FEDERAL NO ACRE

Foto Arquivo Minoru Kinpara (Rede social)

Flávio Santos, Léo Martins e Mestre Tanaka representam a literatura, ativismo, as artes plásticas e a capoeira em uma articulação que ganha força na eleição de 2026 no Acre.

Tarauacá tem na sua cultura uma de suas maiores forças. E, em um momento importante da política acreana, três nomes ligados diretamente à produção e à valorização cultural do município unem suas trajetórias em apoio à candidatura de Minoru Kinpara a deputado federal no Acre.

O escritor, organizador de eventos e ativista cultural Flávio Santos (Kbym), o artista plástico “Léo Martins” e o mestre de capoeira “Tanaka” formam um grupo que representa diferentes expressões da cultura tarauacaense: a literatura, as artes plásticas e a capoeira.

A reunião dos três simboliza mais do que um apoio político. Representa a união de segmentos culturais que, durante anos, lutam por espaço, reconhecimento, investimentos e políticas públicas capazes de fortalecer os artistas e fazedores de cultura do município acreano.

Para Flávio Santos, Léo Martins e Mestre Tanaka, apoiar um candidato significa também defender propostas que contemplem a cultura como instrumento de transformação social, educação, inclusão e geração de oportunidades.

Foto Arquivo escritor: Flávio Santos (Kbym)

“Conversei com Kinpara outro dia. Olho no olho! Não pedi nada pra mim, mas ressaltei a importância de um local para construir em Tarauacá que valorize nossa cultura. Um prédio para guardar nossos valores histórico de nossa história. Criando assim, o museu histórico de Tarauacá. Nossa história precisa ser valorizada para garantir mo conhecimento de gerações futuras”. Ressaltou Flávio Santos

A presença dos três nesse processo eleitoral pode contribuir para aproximar a candidatura de Minoru Kinpara dos artistas, escritores, artesãos, mestres da cultura popular, grupos de capoeira e demais segmentos culturais de Tarauacá.

Flávio Santos, com sua atuação na literatura, na organização de eventos culturais e esportivos e na defesa da cultura local, tem participado de iniciativas que buscam dar visibilidade aos escritores e produtores culturais de Tarauacá. Sua trajetória representa uma voz ativa em defesa da produção literária e cultural do município de Tarauacá.

Léo Martins, por sua vez, leva para esse movimento a força das artes plásticas, segmento que contribui para preservar memórias, personagens, paisagens e identidades da região por meio da arte. Com dezenas de projetos realizados em Tarauacá e importantes exposições no Acre, Léo é destaque no cenário acreano das artes plásticas.

Foto Arquivo artista Plástico: Ismael Martins (Léo)

"A gente quer apoio para fazer nossa arte acontecer. Apoio uma candidatura ligado à arte cultural e alguém para nos apoiar futuramente com emendas e valores para continuar nossa caminhada artísitica. A gente só quer apoio e valorização de nossa cultura" falou Léo Martins.

Já Mestre Tanaka, através da capoeira, representa uma manifestação cultural que une esporte, educação, disciplina, ancestralidade e inclusão social, especialmente entre crianças e jovens.

Um apoio que pode fazer diferença: A união desses três nomes ganha relevância porque cada um possui sua própria área de atuação e, juntos, conseguem dialogar com diferentes públicos ligados à cultura tarauacaense.

"Como mestre e trabalhador da capoeira, acredito na força da cultura, da educação, do esporte e da inclusão social para mudar vidas. Por isso, manifesto meu apoio a Minoru Kinpara para deputado federal. A capoeira é resistência, disciplina, respeito, identidade e cultura. E quem vive essa realidade sabe da importância de ter um representante que esteja disposto a ouvir e defender nossas pautas em Brasília". Afirmou Mestre Tanaka

Precisamos de representantes que reconheçam a importância dos mestres, dos grupos culturais, dos projetos sociais e de todas as manifestações que ajudam a formar nossas crianças e jovens.

Em uma eleição para deputado federal, o apoio de lideranças culturais pode ajudar a levar para o debate político pautas que muitas vezes ficam em segundo plano, como a criação de mecanismos de incentivo à cultura, apoio aos artistas, valorização do patrimônio histórico, fortalecimento dos eventos culturais e ampliação do acesso a recursos públicos.

Nesse cenário, Flávio Santos, Léo Martins e Mestre Tanaka aparecem como importantes apoiadores da candidatura de Minoru Kinpara em Tarauacá, levando consigo a experiência de quem conhece de perto as dificuldades e também o potencial dos fazedores de cultura do município.

Mais do que uma fotografia de um encontro, a reunião dos três representa uma mensagem: a cultura quer participar das decisões e também ser ouvida na construção do futuro político do Acre.

Se a candidatura de Minoru Kinpara pretende ampliar sua presença em Tarauacá, contar com nomes ligados à literatura, às artes plásticas e à capoeira significa estabelecer uma ponte direta com importantes segmentos da sociedade.

Três artistas, três trajetórias e três expressões culturais diferentes, unidos por uma mesma aposta política: fortalecer a representação e abrir novos caminhos para Tarauacá e para a cultura acreana.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos