terça-feira, 3 de novembro de 2026

SLA: ENCONTRO: ENTRE VERSOS E VOZES":

 MAIS UM AUTOR FARÁ PARTE DA ANTOLOGIA DA SOCIEDADE LITERÁRIA ACREANA-SLA EM 2026

 "ENCONTRO: ENTRE VERSOS E VOZES"

Foto Flávio Santos/Arquivo Sociedade Literária Acreana/SLA

Mais um autor fará parte da antologia da Sociedade Literária Acreana-SLA em 2026, "Encontro: entre versos e vozes".Desta vez, o escritor membro da Sociedade Literária Acreana-SLA, Flávio Santos, nome artístico F.Sant's.

Flávio Pereira dos Santos é natural de Tarauacá - Acre, nascido em 05 de abril de 1974. É um poeta brasileiro. Formado Pedagogo pela UNB, com pós graduação em Planejamento, Implementação e Gestão em EAD, Gestão Social e Políticas públicas no Brasil e no Jornalismo. Escritor e jornalista, Especialista em formulação, gerenciamento e gestão de projetos culturais e desportivos. Dentre seus livros publicados, estão: A tutoria na EAD (Editora Biografia), e Histórias: lendo para aprender (Editora Bueno). Na cultura, atua como: Ativista cultural, blogueiro, organizador de eventos, diretor teatral, oficina e vídeo: "Tarauacá: uma trajetória Histórica" e "Tarauacá: Rios dos Paus e das Tronqueiras". Participante de antologias brasileiras Revista Cabeça Ativa(poesia) e Poesia Br 06 ( O Pôr do sol) e IV Concurso literário pela Universidade de Roraima/ UFRR (O sol do homem no Interior).

"É com grande alegria que a Sociedade Literária Acrena/SLA recebe esse exímio artista, representante da SLA em Tarauacá, para fazer parte dessa obra antológica da pequena gigante (SLA). Seja bem-vindo Flávio!"

 

Importante: Você que sonha em publicar sua poesia e não deu tempo para se organizar, vale ressaltar que a SLA todo ano promove esse tipo de oportunidade, pois um dos objetivos da entidade é estimular a escrita e ampliar o número de escritores de todo Acre.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

LANÇAMENTO LIVRO: ROSÂNGELA FONSECA:

 PROFESSORA ROSÂNGELA FONSECA LANÇA O LIVRO “SUBLIME ENCONTRO – POESIAS VIVIDAS” NO MUSEU DOS POVOS ACREANOS EM RIO BRANCO/AC

Foto Card Convite Pessoal/Arquivo

A literatura acreana ganha mais um importante momento de celebração com o lançamento do livro “Sublime Encontro – Poesias Vividas”, de autoria da professora e escritora Rosangela Maria Farias Fonsêca. O evento acontecerá no dia 4 de novembro de 2026 (quarta-feira), às 16h30min, no Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco, reunindo familiares, convidados, escritores, professores, artistas e apreciadores da literatura.

A programação promete ser marcada por diversas atividades culturais e literárias, proporcionando ao público uma experiência de valorização da poesia, da arte e da produção intelectual acreana. O lançamento será uma oportunidade especial de conhecer a obra, prestigiar a trajetória da autora e compartilhar momentos de sensibilidade, reflexão e expressão artística.

Com o título “Sublime Encontro – Poesias Vividas”, a obra convida os leitores a mergulhar no universo dos sentimentos, das experiências e das emoções transformadas em versos. Mais do que apresentar um livro, Rosangela Fonseca celebra a força da palavra escrita e reafirma a importância da literatura como instrumento de memória, inspiração e transformação cultural no Acre.

Programação: 

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

ESPORTE: COPÃO INDÍGENA TK 2026

 I COPÃO INDÍGENA PROMETE CELEBRAR O ESPORTE, A CULTURA E A UNIÃO DOS POVOS INDÍGENAS EM TARAUACÁ

Foto Card Divulgação Promocional SEMEL

Tarauacá será palco de um grande encontro esportivo e cultural nos dias 21 e 22 de novembro, com a realização do I Copão Indígena, uma iniciativa promovida pela Secretaria Municipal de Esporte. O evento acontecerá no Estádio Naborzão, a partir das 8h, reunindo atletas e representantes das comunidades indígenas em uma grande celebração de integração, respeito e valorização dos povos originários.

Mais do que uma competição esportiva, o I Copão Indígena representa uma oportunidade de fortalecer os laços entre as comunidades, incentivar a prática esportiva, revelar talentos e reconhecer a importância da cultura indígena na construção da identidade do município. O futebol, nesse contexto, torna-se um instrumento de união, participação social e valorização das tradições, promovendo o encontro entre diferentes povos e gerações.

A competição contará com uma premiação em dinheiro de R$ 5 mil para o primeiro lugar, R$ 3 mil para o segundo e R$ 2 mil para o terceiro colocado, valorizando o esforço, a dedicação e o talento dos participantes.

A Secretaria Municipal de Esporte reafirma, com essa iniciativa, seu compromisso com o esporte como ferramenta de inclusão, cidadania e transformação social. O I Copão Indígena nasce com a missão de promover não apenas uma disputa dentro de campo, mas também uma grande confraternização entre os povos indígenas, celebrando suas raízes, sua história, sua cultura e sua força.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

sábado, 31 de outubro de 2026

MISSA DE CORPO PRESENTE: SR. CHICO SÉRGIO

 MISSA DE CORPO PRESENTE

FRANCISCO DAS CHAGAS TOMAZ

IN MEMORIAM: “CHICO SÉRGIO”

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

"SEU CHICO SÉRGIO DE TK" IN MEMORIAM:

 IN MEMORIAM: FRANCISCO DAS CHAGAS TOMAZ, O ETERNO “CHICO SÉRGIO”: UMA HISTÓRIA DE TRABALHO, CORAGEM E DESENVOLVIMENTO EM TARAUACÁ

-06 DE FEVEREIRO DE 1932/30 DE OUTUBRO DE 2026-

Foto: Seu Chico Sérgio: 06/02/1932-30/10/2026/Arquivo

Documentário: Tarauacá : Uma Trajetória Histórica:

Há pessoas que passam pela vida de uma cidade. Outras ajudam a construir a sua história. Francisco das Chagas Tomaz, carinhosamente conhecido como “Chico Sérgio”, pertence àquela geração de homens que deixaram muito mais do que lembranças: deixaram exemplos, caminhos e marcas que o tempo jamais conseguirá apagar.

"Conheci seu “Chico Sérgio” ainda criança, uns dez ou doze anos. Meu pai Francisco Batista dos Santos (Cassimiro), foi durante muito tempo um de seus inúmeros trabalhadores na sua empresa. Um ser humano respeitado por todos os tarauacaenses e que cultivava amizades com seu trabalho e humildade".

"Não foram poucas ás vezes que meu pai ou minha mãe pediu: Fulano, vai pegar um kilo de açúcar no Seu Chico". Lá ía nós, cheio de vergonha andando nos trapiches da ponte da Aninga até chegar na Casa Aurora. Ficava olhando quando todos saíam do comercio para podermos dar o recado de nossos pais, receber o produto e ser anotado na velha e boa caderneta de papel no balcão.

Lembro-me bem. Passávamos pela loja do Chico Sombra, Seu Barú para chegar em nosso destino. Sempre estava por lá uma garotinha muito bela e sorridente que mais tarde iria conhecer como Millena Tomaz. Sua loja era a mais sortida de todas. Tinha de tudo. Sacas e mais sacas de açúcar, latas de bolachas, amontoados de tecidos, bebidas e outros produtos.

Tive o prazer de fazer um documentário sobre Tarauacá e enaltecer a carreira de Seu "Chico Sérgio". Sempre ouvindo seus relatos gloriosos de quando trazia as mantas de peixe Pirarurcu que abastecia as casas tarauacaenses, gás, açúcar e outros. Sempre gostava de conversar com ele para poder ouvir mais uma vez de quando foi feita a Leal & Maia, histórias do Carrapicho (José Galera dos Santos) e de quando pousou no rio o primeiro avião". 

Falar de Francisco das Chagas Tomaz, o nosso inesquecível Chico Sérgio, é voltar no tempo e visitar uma Tarauacá de outros costumes, de outros ritmos e de grandes desafios. Nascido em 06 de fevereiro de 1932, Chico Sérgio fez parte de uma geração de homens que aprenderam desde cedo que a vida exigia coragem, disposição, honestidade e muito trabalho. Sua trajetória se confunde com parte da própria história do desenvolvimento comercial de Tarauacá, município acreano onde construiu sua caminhada, conquistou respeito e se tornou uma figura conhecida e admirada por muitos. Era daqueles homens cuja presença não passava despercebida. Tinha personalidade própria, jeito característico de conversar, de negociar e de se relacionar com as pessoas. Quem conviveu com ele certamente guarda na memória sua imagem tão peculiar: sempre usando uma camisa de botão, bem ao seu estilo, e quase sempre com um palito na boca. Eram pequenos detalhes que compunham sua identidade e que, hoje, ganham um significado especial na memória de quem sente saudade.

Chico Sérgio não foi apenas um comerciante. Foi um homem que ajudou a movimentar a economia local, contribuiu para o crescimento do comércio e participou ativamente de uma época em que empreender em Tarauacá era uma verdadeira demonstração de coragem. Naqueles tempos, as dificuldades eram muitas. A distância dos grandes centros comerciais, as condições de transporte e os desafios de abastecimento exigiam dos comerciantes criatividade, determinação e capacidade de enfrentar obstáculos. Mas Chico Sérgio conhecia bem o caminho dos negócios. Realizava viagens e trazia mercadorias de Manaus, transportadas em embarcações conhecidas como balsas, abastecendo seu comércio com produtos que despertavam o interesse da população. Imagine a importância dessas viagens numa época em que conseguir mercadorias não era tarefa simples! Cada chegada de embarcação representava novidades, oportunidades e movimentação para a cidade. Era uma época em que o comércio tinha outro significado: cada produto precisava ser conquistado com esforço, cada negociação exigia confiança e cada comerciante tinha uma responsabilidade muito maior do que simplesmente vender. Chico Sérgio entendia esse espírito e fazia do trabalho uma missão.

Sua contribuição também pode ser medida pelas oportunidades que proporcionou a tantas famílias. Ao desenvolver suas atividades comerciais, gerou muitos empregos, ajudando homens e mulheres a encontrarem no trabalho uma fonte de sustento e dignidade. Quantas pessoas passaram por suas atividades? Quantas famílias tiveram suas vidas movimentadas pelas oportunidades que ele ofereceu? Talvez nem todos esses números estejam registrados nos documentos, mas permanecem vivos na lembrança de quem acompanhou sua trajetória. Um comerciante que gera empregos não movimenta apenas mercadorias: movimenta sonhos, alimenta famílias e participa da construção social de uma comunidade. Chico Sérgio compreendia, na prática, que o desenvolvimento de uma cidade também dependia da iniciativa de pessoas dispostas a investir, trabalhar e acreditar no futuro. Por isso, conquistou respeito. Seu nome não ficou conhecido apenas pelas atividades comerciais, mas também pela presença marcante na vida cotidiana de Tarauacá. Era um daqueles personagens que ajudavam a dar identidade à cidade, homens que, mesmo sem ocupar necessariamente os grandes espaços da política, exerciam influência por meio do trabalho, da convivência e das relações humanas.

Mas nenhuma história de vida está completa sem falar da família, o patrimônio mais precioso que alguém pode construir. Ao lado de sua esposa, Helena da Silveira Mendonça Tomaz, Chico Sérgio formou uma família e compartilhou os desafios e as alegrias de uma caminhada que resultou em quatro filhos: ‘Fatinha’, ‘Serginho’, ‘Sandra’ e ‘Milenna’. A família foi parte fundamental de sua história, o lugar onde os dias de trabalho encontravam descanso e onde os valores construídos ao longo dos anos ganhavam continuidade. Por trás daquele homem de negócios, das viagens, das mercadorias e da camisa de botão, existia também o marido, o pai e o homem que carregava responsabilidades, sonhos e esperanças. A vida familiar representa uma dimensão especial de seu legado, pois é nela que permanecem muitas das lembranças mais íntimas, os ensinamentos, os gestos, as conversas e as histórias que atravessam gerações.

Hoje, quando olhamos para a história de Tarauacá, é necessário reconhecer a importância de personagens como Francisco das Chagas Tomaz. Homens que viveram em tempos difíceis, que enfrentaram as limitações de uma cidade distante dos grandes centros e que, mesmo assim, ajudaram a construir as bases do desenvolvimento que conhecemos. Chico Sérgio pertence a uma geração que não esperava as coisas acontecerem: fazia acontecer. Acreditava no trabalho, apostava no comércio e encontrava nas dificuldades motivos para continuar. Sua história merece ser contada porque a memória de uma cidade não é formada apenas por datas oficiais, inaugurações ou nomes de ruas. Ela também é feita de pessoas comuns em suas origens, mas extraordinárias em suas contribuições. São os comerciantes, trabalhadores, pioneiros e empreendedores que, com suas iniciativas, ajudam a escrever os capítulos mais importantes da história de um povo.

E como é bom recordar! Recordar aquela figura de camisa de botão, o palito na boca, o jeito próprio de caminhar, conversar e fazer negócios. Recordar as viagens a Manaus, as mercadorias chegando, o movimento do comércio e uma Tarauacá que crescia aos poucos, sustentada pela força de homens que acreditavam no amanhã. Para quem conviveu com Chico Sérgio, certamente existem lembranças que nenhuma fotografia consegue traduzir e palavras que nenhuma homenagem consegue alcançar completamente. O tempo passa, as cidades mudam, as fachadas desaparecem e novas gerações ocupam os espaços, mas determinadas pessoas continuam presentes na memória coletiva.

Francisco das Chagas Tomaz, o nosso Chico Sérgio, é uma dessas pessoas. Seu legado não está apenas no comércio que ajudou a desenvolver ou nos empregos que proporcionou, mas principalmente na história que construiu e no respeito que conquistou. Sua trajetória merece permanecer viva nas páginas da memória de Tarauacá, como reconhecimento a um homem que fez do trabalho sua marca e da família sua referência.

Porque existem homens que deixam saudade. Existem homens que deixam exemplos. E existem aqueles que deixam um pouco de si na própria história de uma cidade. Chico Sérgio pertence a essa última categoria. Seu nome continuará sendo lembrado com carinho, respeito e gratidão por aqueles que conheceram sua caminhada.

Tarauacá tem uma história, e Chico Sérgio faz parte dela. Uma história que o tempo não apaga, porque a saudade mantém vivos aqueles que jamais deveriam ser esquecidos. IN MEMORIAM

Por: Flávio Pereira dos Santos

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

LITERATURA: ANIVERSÁRIO DA AAL: 89 ANOS

 ACADEMIA ACREANA DE LETRAS CELEBRA 89 ANOS DE HISTÓRIA E ABRE A I EXPOFEIRA CULTURAL E CIENTÍFICA

Foto Card Promoção da AAL

A Academia Acreana de Letras (AAL) celebra, no dia 29 de outubro de 2026, seus 89 anos de história, dedicação à literatura e valorização da cultura acreana. A solenidade será realizada às 17h30, no Auditório Florentina Esteves, localizado no Museu dos Povos Originários, em Rio Branco (AC). A data representa um marco significativo para a memória intelectual do Acre, reafirmando a importância da instituição na preservação da língua portuguesa, no incentivo à produção literária e no reconhecimento de escritores e personalidades que contribuem para o desenvolvimento cultural do estado.

A programação também será marcada pela abertura da I Expofeira Cultural e Científica da Academia Acreana de Letras, iniciativa que amplia os horizontes da instituição ao promover o encontro entre literatura, cultura, conhecimento científico e identidade regional. A exposição representa uma oportunidade de aproximar a sociedade das diferentes manifestações do saber, valorizar talentos acreanos e fortalecer os espaços de diálogo entre escritores, pesquisadores, artistas, estudantes e a comunidade. Ao celebrar quase nove décadas de existência, a AAL reafirma seu compromisso com a memória, a educação e a construção de um futuro em que a cultura continue sendo instrumento de transformação social.

O presidente da Academia Acreana de Letras, José Dourado de Souza, expressa seus agradecimentos a todos os acadêmicos, escritores, autoridades, parceiros e convidados que contribuem para a trajetória da instituição e para a realização dessa importante celebração. Agradece, especialmente, a todos que reconhecem o valor da literatura e da cultura como pilares da identidade acreana. Os 89 anos da AAL simbolizam a continuidade de uma missão dedicada às letras, enquanto a I Expofeira Cultural e Científica inaugura um novo capítulo de oportunidades, integração e valorização do conhecimento no Acre. A celebração é um convite à sociedade para prestigiar esse momento histórico e participar ativamente da construção cultural do estado.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

sábado, 24 de outubro de 2026

ELEIÇÃO 2026: 3 CENÁRIOS ACRE/BRASIL

 RESULTADOS POSSÍVEIS: O QUE PODE ACONTECER NO ACRE E NO BRASIL? TRÊS CENÁRIOS POSSÍVEIS

Foto Arte T.R.E

Para analisar os possíveis resultados do segundo turno no Acre e da disputa presidencial entre Flávio Bolsonaro e Lula, é importante considerar três cenários: continuidade política, mudança de rumo e divisão de forças entre o governo estadual e o federal.

A vitória de um candidato não garante, por si só, crescimento econômico ou melhoria dos serviços públicos. O resultado dependerá da capacidade de articulação política, das prioridades administrativas, dos recursos disponíveis e da execução das promessas de campanha.

1. Continuidade no governo do Acre

Se Mailza Assis vencer, a expectativa será de continuidade administrativa, com a oportunidade de consolidar projetos e corrigir problemas existentes. O desafio será transformar a vantagem apontada nas pesquisas em resultados concretos para os municípios.

2. Mudança de governo no Acre:

Se Alan Rick vencer, poderá haver uma mudança de prioridades, de equipe e de articulação política. A população deverá avaliar se essa mudança produzirá melhorias efetivas na gestão estadual, nos investimentos e nos serviços públicos.

3. Flávio Bolsonaro vence a Presidência:

Se Flávio Bolsonaro vencer, poderá haver uma mudança na orientação política federal, com novas prioridades econômicas e administrativas. Se o governo acreano estiver alinhado à sua gestão, a articulação poderá ser facilitada em algumas áreas. Entretanto, os resultados dependerão do orçamento, do Congresso, das políticas adotadas e da capacidade de execução.

O que dizem as pesquisas na véspera da votação? Governo do Acre: pesquisa Real Time Big Data divulgada em 20 de outubro indicou Mailza Assis com 59% e Alan Rick com 41% dos votos válidos.

Presidência do Brasil: pesquisas divulgadas nos dias 22 e 23 de outubro apontaram uma disputa apertada entre Flávio Bolsonaro e Lula, com resultados diferentes entre institutos e cenários de empate técnico.

Esses números são intenções de voto, não resultados definitivos. A votação do segundo turno está marcada para 25 de outubro de 2026.

O Acre pode ter continuidade ou mudança no governo estadual, enquanto o Brasil poderá escolher entre projetos nacionais distintos. Em qualquer cenário, a pergunta central permanece: quem vencerá estará preparado para governar para todos, inclusive para aqueles que votaram no adversário?

Para Tarauacá e Jordão, o mais importante será acompanhar se as promessas se transformarão em estradas melhores, saúde acessível, educação de qualidade, oportunidades de trabalho e valorização da cultura local. A eleição escolhe os governantes; os próximos anos revelarão se eles estiveram à altura da confiança recebida.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos