‘NOBRE CHAVEIRO’ EM TARAUACÁ
NOVO ENDEREÇO. AGORA NA SUPER GRÁFICA DO PICA PAU
Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos
‘NOBRE CHAVEIRO’ EM TARAUACÁ
NOVO ENDEREÇO. AGORA NA SUPER GRÁFICA DO PICA PAU
Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos
MAIS UM AUTOR FARÁ PARTE DA ANTOLOGIA DA SOCIEDADE LITERÁRIA ACREANA-SLA EM 2026
"ENCONTRO: ENTRE
VERSOS E VOZES"
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| Foto Flávio Santos/Arquivo Sociedade Literária Acreana/SLA |
Mais um
autor fará parte da antologia da Sociedade Literária Acreana-SLA em 2026,
"Encontro: entre versos e vozes".Desta vez, o escritor membro da
Sociedade Literária Acreana-SLA, Flávio Santos, nome artístico F.Sant's.
Flávio Pereira dos Santos é natural de Tarauacá - Acre, nascido em 05 de abril de 1974. É um poeta brasileiro. Formado Pedagogo pela UNB, com pós graduação em Planejamento, Implementação e Gestão em EAD, Gestão Social e Políticas públicas no Brasil e no Jornalismo. Escritor e jornalista, Especialista em formulação, gerenciamento e gestão de projetos culturais e desportivos. Dentre seus livros publicados, estão: A tutoria na EAD (Editora Biografia), e Histórias: lendo para aprender (Editora Bueno). Na cultura, atua como: Ativista cultural, blogueiro, organizador de eventos, diretor teatral, oficina e vídeo: "Tarauacá: uma trajetória Histórica" e "Tarauacá: Rios dos Paus e das Tronqueiras". Participante de antologias brasileiras Revista Cabeça Ativa(poesia) e Poesia Br 06 ( O Pôr do sol) e IV Concurso literário pela Universidade de Roraima/ UFRR (O sol do homem no Interior).
"É com grande alegria que a Sociedade
Literária Acrena/SLA recebe esse exímio artista, representante da SLA em
Tarauacá, para fazer parte dessa obra antológica da pequena gigante (SLA). Seja
bem-vindo Flávio!"
Importante: Você
que sonha em publicar sua poesia e não deu tempo para se organizar, vale
ressaltar que a SLA todo ano promove esse tipo de oportunidade, pois um dos
objetivos da entidade é estimular a escrita e ampliar o número de escritores de
todo Acre.
Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos
PROFESSORA ROSÂNGELA FONSECA LANÇA O LIVRO “SUBLIME ENCONTRO – POESIAS VIVIDAS” NO MUSEU DOS POVOS ACREANOS EM RIO BRANCO/AC
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| Foto Card Convite Pessoal/Arquivo |
A literatura
acreana ganha mais um importante momento de celebração com o lançamento do
livro “Sublime Encontro – Poesias Vividas”, de autoria da professora e
escritora Rosangela Maria Farias Fonsêca. O evento acontecerá no dia 4 de
novembro de 2026 (quarta-feira), às 16h30min, no Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco,
reunindo familiares, convidados, escritores, professores, artistas e apreciadores da
literatura.
A
programação promete ser marcada por diversas atividades culturais e literárias,
proporcionando ao público uma experiência de valorização da poesia, da arte e
da produção intelectual acreana. O lançamento será uma oportunidade especial de
conhecer a obra, prestigiar a trajetória da autora e compartilhar momentos de
sensibilidade, reflexão e expressão artística.
Com o título
“Sublime Encontro – Poesias Vividas”, a obra convida os leitores a mergulhar no
universo dos sentimentos, das experiências e das emoções transformadas em
versos. Mais do que apresentar um livro, Rosangela Fonseca celebra a força da
palavra escrita e reafirma a importância da literatura como instrumento de
memória, inspiração e transformação cultural no Acre.
Programação:
Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos
I COPÃO INDÍGENA PROMETE CELEBRAR O ESPORTE, A CULTURA E A UNIÃO DOS POVOS INDÍGENAS EM TARAUACÁ
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| Foto Card Divulgação Promocional SEMEL |
Tarauacá
será palco de um grande encontro esportivo e cultural nos dias 21 e 22 de
novembro, com a realização do I Copão Indígena, uma iniciativa promovida pela
Secretaria Municipal de Esporte. O evento acontecerá no Estádio Naborzão, a
partir das 8h, reunindo atletas e representantes das comunidades indígenas em
uma grande celebração de integração, respeito e valorização dos povos
originários.
Mais do que
uma competição esportiva, o I Copão Indígena representa uma oportunidade de
fortalecer os laços entre as comunidades, incentivar a prática esportiva,
revelar talentos e reconhecer a importância da cultura indígena na construção
da identidade do município. O futebol, nesse contexto, torna-se um instrumento
de união, participação social e valorização das tradições, promovendo o
encontro entre diferentes povos e gerações.
A competição
contará com uma premiação em dinheiro de R$ 5 mil para o primeiro lugar, R$ 3
mil para o segundo e R$ 2 mil para o terceiro colocado, valorizando o esforço,
a dedicação e o talento dos participantes.
A Secretaria
Municipal de Esporte reafirma, com essa iniciativa, seu compromisso com o esporte
como ferramenta de inclusão, cidadania e transformação social. O I Copão
Indígena nasce com a missão de promover não apenas uma disputa dentro de campo,
mas também uma grande confraternização entre os povos indígenas, celebrando
suas raízes, sua história, sua cultura e sua força.
Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos
MISSA DE CORPO PRESENTE
FRANCISCO DAS CHAGAS TOMAZ
IN MEMORIAM: “CHICO SÉRGIO”
Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos
IN MEMORIAM: FRANCISCO DAS CHAGAS TOMAZ, O ETERNO “CHICO SÉRGIO”: UMA HISTÓRIA DE TRABALHO, CORAGEM E DESENVOLVIMENTO EM TARAUACÁ
-06 DE FEVEREIRO DE 1932/30 DE OUTUBRO DE 2026-
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| Foto: Seu Chico Sérgio: 06/02/1932-30/10/2026/Arquivo |
Documentário: Tarauacá : Uma Trajetória Histórica:
Há pessoas
que passam pela vida de uma cidade. Outras ajudam a construir a sua história.
Francisco das Chagas Tomaz, carinhosamente conhecido como “Chico Sérgio”,
pertence àquela geração de homens que deixaram muito mais do que lembranças:
deixaram exemplos, caminhos e marcas que o tempo jamais conseguirá apagar.
"Conheci seu “Chico
Sérgio” ainda criança, uns dez ou doze anos. Meu pai Francisco Batista dos Santos (Cassimiro), foi
durante muito tempo um de seus inúmeros trabalhadores na sua empresa. Um ser humano respeitado por todos os tarauacaenses e que cultivava amizades com seu trabalho e humildade".
"Não foram poucas ás vezes que meu pai ou minha mãe pediu: Fulano, vai pegar um kilo de açúcar no Seu Chico". Lá ía nós, cheio de vergonha andando nos trapiches da ponte da Aninga até chegar na Casa Aurora. Ficava olhando quando todos saíam do comercio para podermos dar o recado de nossos pais, receber o produto e ser anotado na velha e boa caderneta de papel no balcão.
Lembro-me bem. Passávamos pela loja do Chico Sombra, Seu Barú para chegar em nosso destino. Sempre estava por lá uma garotinha muito bela e sorridente que mais tarde iria conhecer como Millena Tomaz. Sua loja era a mais sortida de todas. Tinha de tudo. Sacas e mais sacas de açúcar, latas de bolachas, amontoados de tecidos, bebidas e outros produtos.
Tive o
prazer de fazer um documentário sobre Tarauacá e enaltecer a carreira de Seu
"Chico Sérgio". Sempre ouvindo seus relatos gloriosos de quando trazia as
mantas de peixe Pirarurcu que abastecia as casas tarauacaenses, gás, açúcar e
outros. Sempre gostava de conversar com ele para poder ouvir mais uma vez de
quando foi feita a Leal & Maia, histórias do Carrapicho (José Galera dos
Santos) e de quando pousou no rio o primeiro avião".
Falar de
Francisco das Chagas Tomaz, o nosso inesquecível Chico Sérgio, é voltar no
tempo e visitar uma Tarauacá de outros costumes, de outros ritmos e de grandes
desafios. Nascido em 06 de fevereiro de 1932, Chico Sérgio fez parte de uma
geração de homens que aprenderam desde cedo que a vida exigia coragem,
disposição, honestidade e muito trabalho. Sua trajetória se confunde com parte
da própria história do desenvolvimento comercial de Tarauacá, município acreano
onde construiu sua caminhada, conquistou respeito e se tornou uma figura
conhecida e admirada por muitos. Era daqueles homens cuja presença não passava
despercebida. Tinha personalidade própria, jeito característico de conversar,
de negociar e de se relacionar com as pessoas. Quem conviveu com ele certamente
guarda na memória sua imagem tão peculiar: sempre usando uma camisa de botão,
bem ao seu estilo, e quase sempre com um palito na boca. Eram pequenos detalhes
que compunham sua identidade e que, hoje, ganham um significado especial na
memória de quem sente saudade.
Chico Sérgio
não foi apenas um comerciante. Foi um homem que ajudou a movimentar a economia
local, contribuiu para o crescimento do comércio e participou ativamente de uma
época em que empreender em Tarauacá era uma verdadeira demonstração de coragem.
Naqueles tempos, as dificuldades eram muitas. A distância dos grandes centros
comerciais, as condições de transporte e os desafios de abastecimento exigiam
dos comerciantes criatividade, determinação e capacidade de enfrentar
obstáculos. Mas Chico Sérgio conhecia bem o caminho dos negócios. Realizava
viagens e trazia mercadorias de Manaus, transportadas em embarcações conhecidas
como balsas, abastecendo seu comércio com produtos que despertavam o interesse
da população. Imagine a importância dessas viagens numa época em que conseguir
mercadorias não era tarefa simples! Cada chegada de embarcação representava
novidades, oportunidades e movimentação para a cidade. Era uma época em que o comércio
tinha outro significado: cada produto precisava ser conquistado com esforço,
cada negociação exigia confiança e cada comerciante tinha uma responsabilidade
muito maior do que simplesmente vender. Chico Sérgio entendia esse espírito e
fazia do trabalho uma missão.
Sua
contribuição também pode ser medida pelas oportunidades que proporcionou a
tantas famílias. Ao desenvolver suas atividades comerciais, gerou muitos
empregos, ajudando homens e mulheres a encontrarem no trabalho uma fonte de
sustento e dignidade. Quantas pessoas passaram por suas atividades? Quantas
famílias tiveram suas vidas movimentadas pelas oportunidades que ele ofereceu?
Talvez nem todos esses números estejam registrados nos documentos, mas
permanecem vivos na lembrança de quem acompanhou sua trajetória. Um comerciante
que gera empregos não movimenta apenas mercadorias: movimenta sonhos, alimenta
famílias e participa da construção social de uma comunidade. Chico Sérgio
compreendia, na prática, que o desenvolvimento de uma cidade também dependia da
iniciativa de pessoas dispostas a investir, trabalhar e acreditar no futuro.
Por isso, conquistou respeito. Seu nome não ficou conhecido apenas pelas
atividades comerciais, mas também pela presença marcante na vida cotidiana de
Tarauacá. Era um daqueles personagens que ajudavam a dar identidade à cidade,
homens que, mesmo sem ocupar necessariamente os grandes espaços da política,
exerciam influência por meio do trabalho, da convivência e das relações
humanas.
Mas nenhuma
história de vida está completa sem falar da família, o patrimônio mais precioso
que alguém pode construir. Ao lado de sua esposa, Helena da Silveira Mendonça
Tomaz, Chico Sérgio formou uma família e compartilhou os desafios e as alegrias
de uma caminhada que resultou em quatro filhos: ‘Fatinha’, ‘Serginho’, ‘Sandra’
e ‘Milenna’. A família foi parte fundamental de sua história, o lugar onde os
dias de trabalho encontravam descanso e onde os valores construídos ao longo
dos anos ganhavam continuidade. Por trás daquele homem de negócios, das
viagens, das mercadorias e da camisa de botão, existia também o marido, o pai e
o homem que carregava responsabilidades, sonhos e esperanças. A vida familiar
representa uma dimensão especial de seu legado, pois é nela que permanecem
muitas das lembranças mais íntimas, os ensinamentos, os gestos, as conversas e
as histórias que atravessam gerações.
Hoje, quando
olhamos para a história de Tarauacá, é necessário reconhecer a importância de
personagens como Francisco das Chagas Tomaz. Homens que viveram em tempos
difíceis, que enfrentaram as limitações de uma cidade distante dos grandes
centros e que, mesmo assim, ajudaram a construir as bases do desenvolvimento
que conhecemos. Chico Sérgio pertence a uma geração que não esperava as coisas
acontecerem: fazia acontecer. Acreditava no trabalho, apostava no comércio e
encontrava nas dificuldades motivos para continuar. Sua história merece ser
contada porque a memória de uma cidade não é formada apenas por datas oficiais,
inaugurações ou nomes de ruas. Ela também é feita de pessoas comuns em suas
origens, mas extraordinárias em suas contribuições. São os comerciantes,
trabalhadores, pioneiros e empreendedores que, com suas iniciativas, ajudam a
escrever os capítulos mais importantes da história de um povo.
E como é bom
recordar! Recordar aquela figura de camisa de botão, o palito na boca, o jeito
próprio de caminhar, conversar e fazer negócios. Recordar as viagens a Manaus,
as mercadorias chegando, o movimento do comércio e uma Tarauacá que crescia aos
poucos, sustentada pela força de homens que acreditavam no amanhã. Para quem
conviveu com Chico Sérgio, certamente existem lembranças que nenhuma fotografia
consegue traduzir e palavras que nenhuma homenagem consegue alcançar
completamente. O tempo passa, as cidades mudam, as fachadas desaparecem e novas
gerações ocupam os espaços, mas determinadas pessoas continuam presentes na
memória coletiva.
Francisco
das Chagas Tomaz, o nosso Chico Sérgio, é uma dessas pessoas. Seu legado não
está apenas no comércio que ajudou a desenvolver ou nos empregos que
proporcionou, mas principalmente na história que construiu e no respeito que
conquistou. Sua trajetória merece permanecer viva nas páginas da memória de
Tarauacá, como reconhecimento a um homem que fez do trabalho sua marca e da
família sua referência.
Porque
existem homens que deixam saudade. Existem homens que deixam exemplos. E
existem aqueles que deixam um pouco de si na própria história de uma cidade.
Chico Sérgio pertence a essa última categoria. Seu nome continuará sendo
lembrado com carinho, respeito e gratidão por aqueles que conheceram sua
caminhada.
Tarauacá tem
uma história, e Chico Sérgio faz parte dela. Uma história que o tempo não
apaga, porque a saudade mantém vivos aqueles que jamais deveriam ser
esquecidos. IN MEMORIAM
Por: Flávio Pereira dos Santos
Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos
ACADEMIA ACREANA DE LETRAS CELEBRA 89 ANOS DE HISTÓRIA E ABRE A I EXPOFEIRA CULTURAL E CIENTÍFICA
A Academia
Acreana de Letras (AAL) celebra, no dia 29 de outubro de 2026, seus 89 anos de
história, dedicação à literatura e valorização da cultura acreana. A solenidade
será realizada às 17h30, no Auditório Florentina Esteves, localizado no Museu
dos Povos Originários, em Rio Branco (AC). A data representa um marco
significativo para a memória intelectual do Acre, reafirmando a importância da
instituição na preservação da língua portuguesa, no incentivo à produção
literária e no reconhecimento de escritores e personalidades que contribuem
para o desenvolvimento cultural do estado.
A
programação também será marcada pela abertura da I Expofeira Cultural e Científica
da Academia Acreana de Letras, iniciativa que amplia os horizontes da
instituição ao promover o encontro entre literatura, cultura, conhecimento
científico e identidade regional. A exposição representa uma oportunidade de
aproximar a sociedade das diferentes manifestações do saber, valorizar talentos
acreanos e fortalecer os espaços de diálogo entre escritores, pesquisadores,
artistas, estudantes e a comunidade. Ao celebrar quase nove décadas de
existência, a AAL reafirma seu compromisso com a memória, a educação e a
construção de um futuro em que a cultura continue sendo instrumento de
transformação social.
O presidente
da Academia Acreana de Letras, José Dourado de Souza, expressa seus
agradecimentos a todos os acadêmicos, escritores, autoridades, parceiros e
convidados que contribuem para a trajetória da instituição e para a realização
dessa importante celebração. Agradece, especialmente, a todos que reconhecem o
valor da literatura e da cultura como pilares da identidade acreana. Os 89 anos
da AAL simbolizam a continuidade de uma missão dedicada às letras, enquanto a I
Expofeira Cultural e Científica inaugura um novo capítulo de oportunidades,
integração e valorização do conhecimento no Acre. A celebração é um convite à
sociedade para prestigiar esse momento histórico e participar ativamente da
construção cultural do estado.
Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos