quarta-feira, 22 de abril de 2026

105 ANOS DA ESCOLA JOÃO RIBEIRO: TK

CONVITE DE CELEBRAÇÃO DOS 105 ANOS DA ESCOLA JOÃO RIBEIRO EM TARAUACÁ E PROJETO ABRIL INDÍGENA 

A Escola Estadual João Ribeiro foi a primeira escola criada no Município de Tarauacá. Fundada em 20 de Abril de 1921, no Governo de Dr. Epaminondas Jácome, 1º Governo do Território do Acre, Recebeu o nome de Grupo Escolar João Ribeiro, situada à Rua Generalíssimo Deodoro, ministrando e ensino de 1ª à 4ª série. Sendo sua 1ª diretora a professora Ernestina de França Cardoso. Em de 1952, passou a funcionar na Avenida Antônio Frota, nº120, local onde se encontra até hoje. A partir do Decreto Governamental de novembro de 2003, a Escola João Ribeiro passou a ser denominada Escola de Ensino Fundamental e Médio João Ribeiro, por a Escola oferecer o Ensino Médio na modalidade de E.J.A.

João Ribeiro (J. Batista R. de Andrade Fernandes), jornalista, crítico, filólogo, historiador, pintor, tradutor

João Ribeiro, Sergipano de Laranjeiras, empresta seu nome ao Grupo Escolar que foi criado em 20/04/1921, sendo dirigido pela professora Ernestina de França Cardoso. Muitos não conhecem a biografia desse homem que foi um grande intelectual da época. Segundo ocupante da Cadeira 31, eleito em 8 de agosto de 1898, na sucessão de Luís Guimarães Júnior e recebido pelo Acadêmico José Veríssimo em 30 de novembro de 1898. 

João Ribeiro (J. Batista R. de Andrade Fernandes), jornalista, crítico, filólogo, historiador, pintor, tradutor, nasceu em Laranjeiras, SE, em 24 de junho de 1860, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13 de abril de 1934.

Era o segundo filho de Manuel Joaquim Fernandes e de Guilhermina Ribeiro Fernandes. Órfão de pai muito cedo, foi residir em casa do avô, Joaquim José Ribeiro, que era um espírito liberal, admirador de Alexandre Herculano. No inquérito do Momento Literário, de João do Rio, declarou João Ribeiro atribuir a maior importância, para a formação do seu espírito a essa fase de sua vida, quando as excelentes coleções de livros do avô caíram-lhe nas mãos. Além de dedicar-se à leitura, iniciou-se na pintura e na música. Depois de ter concluído na cidade natal os primeiros estudos, transferiu-se para o Ateneu de Sergipe, em Aracaju, onde sempre se destacou como o primeiro da classe. Foi para a Bahia e matriculou-se no primeiro ano da Faculdade de Medicina de Salvador. Constatando a falta de vocação abandonou o curso e embarcou para o Rio de Janeiro, para matricular-se na Escola Politécnica. Simultaneamente continuava a estudar arquitetura, pintura e música, os vários ramos da literatura e sobretudo filologia.

Desde 1881, dedicou-se ao jornalismo e fez-se amigo dos grandes jornalistas do momento, Quintino Bocaiúva, José do Patrocínio e Alcindo Guanabara. Ao chegar ao Rio, trazia os originais de uma coletânea de poesias, os Idílios modernos. Seu amigo e conterrâneo Sílvio Romero leu esses versos e publicou sobre eles um alentado artigo na Revista Brasileira (tomo IX, 1881). Mesmo assim João Ribeiro decidiu não publicá-los. Trabalhou, a princípio, no jornal Época (1887-1888), multiplicando-se por várias seções, sob diversos pseudônimos: Xico-Late, Y., N., Nereu. Em 1888-89 estava no Correio do Povo, com o seu "Através da Semana", onde assinava com as suas iniciais e também com o pseudônimo "Rhizophoro".

Apaixonado pelos assuntos da filologia e da história, João Ribeiro desde cedo dedicou-se ao magistério. Professor de colégios particulares desde 1881, em 1887 submeteu-se a concurso no Colégio Pedro II, para a cadeira de Português, para a qual escreveu a tese "Morfologia e colocação dos pronomes." Contudo só foi nomeado três anos depois, para a cadeira de História Universal. Foi também professor da Escola Dramática do Distrito Federal, cargo em que ainda estava em exercício quando faleceu. A sua atividade intelectual irá se desdobrar com a do autor de vasta obra nas áreas da filologia, da história e do ensaio. Escrevia então para A Semana, de Valentim de Magalhães, ao lado de Machado de Assis, Lúcio de Mendonça e Rodrigo Octavio, entre outros. Ali publicou os artigos que irão constituir os seus Estudos filológicos (1902).

A partir de 1895 fez inúmeras viagens à Europa, ora por motivos particulares, ora em missões oficiais. Representou o Brasil no Congresso de Propriedade Literária, reunido em Dresden, bem como na Sociedade de Geografia de Londres. Mantinha-se em contato com seus leitores brasileiros através de colaborações no Jornal do Comercio, no Dia e no Comércio de São Paulo. A última fase de atividade na imprensa foi no Jornal do Brasil, desde 1925 até a morte. Ali escreveu crônicas, ensaios e crítica.

Em 1897, ao criar-se a Academia, estava ausente do Brasil e por isso não foi incluído no quadro dos fundadores. Em 1898, de volta, ocorreu o falecimento de Luís Guimarães Júnior. A Academia o escolheu para essa primeira vaga. Foi eleito no dia 8 de agosto de 1898 (por 17 votos), tendo tido como concorrente José Vicente de Azevedo Sobrinho (nenhum voto), que mais tarde foi diretor de Secretaria da Academia. Houve naquela primeira eleição três votos em branco. Foi recebido em 30 de novembro daquele mesmo ano, por José Veríssimo. Na Academia, fez parte de numerosas comissões, entre as quais a Comissão do Dicionário e a Comissão de Gramática. Foi um dos principais promotores da reforma ortográfica de 1907. Seu nome foi apresentado diversas vezes como o de um possível presidente da instituição, mas ele declinou sistematicamente de aceitar tal investidura. Em 22 de dezembro de 1927, porém, a Academia o elegeu presidente. João Ribeiro apresentou, imediatamente, sua renúncia ao cargo.

Possuidor de larga cultura humanística, versado nos clássicos de todas as literaturas, dotado de aguda sensibilidade estética. O livro Páginas de estética, publicado em 1905, encerra o seu ideário crítico. Seu sentido estético o fazia inclinado a valorizar os aspectos técnicos, estruturais e formais da obra literária, embora fosse um crítico impressionista, com tendência à tolerância e estímulo aos autores, sobretudo os novos. FONTE:

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

TARAUACÁ 113 ANOS: "IGREJA DE SÃO JOSÉ"

HISTÓRIA DA PARÓQUIA:

PARÓQUIA SÃO JOSÉ ATUALMENTE COM 05 COMUNIDADES E A IGREJA MATRIZ. 

Tarauacá: 110 Anos: "Igreja de São José na cidade de Tarauacá, Construída de madeira, e coberta quase totalmente com folhas de palmeira".

(Nota de Antônio Teixeira Guerra, em 1955. // Foto: Tibor Jablonsky do C.N.G.)

Prédio atual da Igreja de São José/Tarauacá/Ac

Em 1900 foi feita a primeira construção da igreja na região, toda de madeira e coberta com palhas de palmeiras. Somente em 1913 foi erguida uma capelinha pelo então Padre José Frisch, a construção da capela maior se deu a partir da iniciativa da senhora Evangelista Valverde de Vasconcelos, esposa de José Thomás da Cunha Vasconcelos que foi prefeito de Tarauacá, depois nomeado governador do Território Federal do Acre.

No dia 30 de abril de 1916, Evangelista reuniu diversas pessoas e juntas decidiram construir a capela São José, onde se localizava então na antiga Praça São José, o terreno era de propriedade do Tenente Coronel Raphael Maurício Belém e foi adquirida pela comissão a equivalente por dois milhões de contos de réis.

No dia 27 de outubro de 1924 deu-se o início a construção da capela que ficou pronta em 1925, sendo que no dia 19 de março no mesmo ano foi transladado de um altar improvisado no grupo escolar João Ribeiro para a nova capela a imagem de São José em procissão. O primeiro vigário nomeado pela prelazia do Alto Juruá para Tarauacá foi o Padre José Bischosfberger que chegou na cidade em 14 de junho de 1936.

Foi inaugurada mais adiante na véspera de natal de 1938 a nova igreja São José e em 1956 a igreja passou por uma nova reforma e mudou de nome, Paróquia São José, que permanece até os dias de hoje.

Padroeiro: São José

Copadroeiro: São Francisco de Assis. FONTE

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

TARAUACÁ 113 ANOS: "MÁQUINA DE JORNAL"

 MÁQUINA DE IMPRESSÃO DO JORNAL 'O TARAUACÁ'

HOJE, EXPOSTA NA PRAÇA CENTRAL DA IGREJA

Tarauacá: 113 Anos: Máquina de impressão do jornal 'O Tarauacá', que era impresso no porão do Teatro Municipal José Potyguara. Década de 1970. Foto: Tarauacá Notícias

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TARAUACÁ: 113 ANOS: "SR. CHICO SÉRGIO"

 TARAUACÁ 113 ANOS: SR CHICO SÉRGIO TOMAZ.

(PROPRIETÁRIO DA CASA AURORA)

Seu Chico Sérgio é um ícone da história de desbravamento de Tarauacá. Empresário e formador de família tradicional de nossa cidade. Teve a primeira casa coberta de alumínio e desenvolveu grandes ações, trazendo aviações de Manaus em grandes balsas que traziam desde açúcar em sacos, até ferramentas. Conversar com ele, é uma experiência e também uma aula de História real. Na foto que ostenta com orgulho de quem trabalhou para desenvolvimento de Tarauacá, me conta:

O cenário era o quintal de casa, rodeado de borrachas com muitas árvores ao redor. “Serginho” brincava perto com carrinhos tipo caçambas e ao perceber a foto, correu pedindo ao pai com um sorriso travesso.

“Espera, pai!”, disse o menino, segurando seus carrinhos de brinquedo.

Antes que alguém reagisse, “Serginho” colocou os carrinhos bem à frente das borrachas. O clique foi feito naquele exato instante, capturando mais que uma imagem. Ouvir Seu Chico é bem mais que ouvir a voz da sabedoria, experiência e vitalidade. Ele um ícone do desbravamento de Tarauacá/Ac.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

terça-feira, 21 de abril de 2026

TARAUACÁ: 113 ANOS: PROGRAMAÇÃO

 PREFEITURA DIVULGA PROGRAMAÇÃO OFICIAL DOS 113 ANOS DE TARAUACÁ COM ATOS CÍVICOS, INAUGURAÇÕES, ESPORTE, CULTURA E SHOW GOSPEL

A programação continua no sábado, 25 de abril, com atividades esportivas e religiosas. Às 9h, acontece o futsal feminino, no Ginásio Ruynet Lima de Matos. Às 16h, será realizado o quadrangular intermunicipal, no Estádio Municipal Naborzão. À noite, às 19h, a população poderá participar do show gospel, na Praça da Juventude.

No domingo, 26 de abril, a agenda será encerrada com mais dois grandes eventos. Às 8h, acontece a Copa TK de Jiu-Jitsu, na Praça da Juventude. Já às 16h, o público acompanha a final do quadrangular, no Estádio Municipal Naborzão.

A programação reforça o momento festivo vivido por Tarauacá, que chega aos 113 anos celebrando sua trajetória histórica, sua cultura, sua diversidade e os avanços construídos ao longo do tempo. Para a população, será mais uma oportunidade de participar ativamente das comemorações e prestigiar ações que envolvem diversas áreas da gestão pública.

Programação completa:

23 de abril – Quinta-feira

19h – Lançamento do livro “Tarauacá”

Local: Teatro José Potyguara

24 de abril – Sexta-feira

7h – Hora Cívica

Local: Em frente à Prefeitura

9h – Inauguração do prédio de ensino da SEME

Local: Secretaria Municipal de Educação

10h – Entrega de barcos

Local: Sindicato dos Produtores Rurais

11h – Ordem de Serviço do CAPS e UBS Porte 2

Local: Quadra da Escola Municipal Valdina Torquato

14h – Motocross

Local: Ao lado do IFAC

15h – Reunião SEAGRI, presidentes de associações e o PEAA

Local: SINTEAC

16h – Desfile Cívico

Local: Em frente à Prefeitura

25 de abril – Sábado

9h – Futsal Feminino

Local: Ginásio Ruynet Lima de Matos

16h – Quadrangular Intermunicipal

Local: Estádio Municipal Naborzão

19h – Show Gospel

Local: Praça da Juventude

26 de abril – Domingo

8h – Copa TK de Jiu-Jitsu

Local: Praça da Juventude

16h – Final do Quadrangular

Local: Estádio Municipal Naborzão. Fonte:

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

quarta-feira, 15 de abril de 2026

SOCIEDADE LITERÁRIA ACREANA: SLA

 SOCIEDADE LITERÁRIA ACREANA/SLA

APRESENTA NOVO ASSOCIADO TARAUACAENSE NO RAMO DA LITERATURA 

Foto Perfil: Escritor: Flávio Pereira dos Santos

A Sociedade Literária Acreana - SLA apresenta o novo associado com inscrição em março de 2026. O pedagogo, escritor e jornalista Flávio Pereira dos Santos. Já com alguns livros publicados. É uma honra para a SLA tê-lo em seu quadro de membro efetivo. Seja muito bem-vindo a este grupo de artes literárias. Entre seus filmes e livros preferidos, estão: Sociedade dos Poetas Mortos. Livro: O escritor fará parte da representatividade da SLA em Tarauacá, desenvolvendo ações pertinentes ao fazer literário. 

BIOGRAFIA: Flávio Pereira dos Santos é natural de Tarauacá/Ac, nascido em 05 de abril de 1974. É formado em Pedagogia pela UNB, Pós Graduado em Planejamento, Implementação e Gestão da EaD, Gestão Social e Políticas Públicas no Brasil e também Jornalismo. Especialista em formulação, gerenciamento e gestão de projetos culturais e desportivos. Livros publicados: “A Tutoria na EaD (Edit. Biografia) e “Histórias: Lendo Para Aprender (Edit. Bueno Teixeira). 

Ativista Cultural, Blogueiro, Organizador de Eventos, Diretor Teatral, Oficineiro e Vídeo: “Tarauacá: Uma Trajetória Histórica” e “Tarauacá: Rios dos Paus e das Tronqueiras’. Antologias:Revista Cabeça Ativa (Poesia: Garças/Rios/Café), Poesia Br 06 (O Pôr do Sol) e IV Concurso Literatura de Circunstância da Universidade Federal de Roraima/UFRR (O Sol do Homem no Interior).

MOSTRA DE POESIA DO AUTOR

Poesia: O Pôr do sol

Por F. Sant’s

O sol que se ia todos os dias, findara seu brilho atrás de nossa casa.

Eram as imagens de uns anjos no céu (anjos brancos e pretos) que gradativamente desaparecia com obscuridade.

Há como ser agnóstico?

Assolava sempre atrás de nossa casa.

Alvíssaras ao saber que voltará amanhã...

Apesar de tudo, vivo a graçolar a vida.

Acompanhastes a vicissitude de minha vida presença.

Inócuo, quimera poder alcançá-lo.

O poder da noite me traz pensamentos taciturnos.

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos

JORDÃO/AC APRESENTA:

 NOS 34 ANOS DE JORDÃO/AC, EVONEY FERNANDES FARÁ GRANDE SHOW DIA: 28 DE ABRIL DE 2026

Por: Copyright© 2026 @Flávio Santos