DEP.ESTADUAL MOISÉS:
"DESTACA A CAMPANHA CONTRA A VIOLÊNCIA"


O oficial de Justiça Dindin Ferreira (PDSB) foi eleito neste domingo, 22, o novo prefeito do município de Feijó, a 378 quilômetros de Rio Branco, a capital do Acre.
A Justiça Eleitoral determinou que fosse realizada eleição suplementar após ter cassado o mandato do prefeito Juarez Leitão (PT) por compra de votos e abuso de poder econômico.
O ex-vereador Dindin Ferreira venceu com 5.788 votos (54,56%) em disputa contra a candidata Jaciara Rodrigues (PT), que obteve 4.820 votos (45,44%).
Feijó, onde o senador Tião Viana (PT) foi reeleito com 95% dos votos válidos, deixou de ser o município mais petista do Acre.
A situação começou a mudar no ano passado, quando o padre da cidade passou a tocar o sino da igreja às 6 e não às 7 horas, em protesto contra a mudança do fuso horário do Acre promovida pelo senador.
Três dias antes da eleição, acamparam em Feijó, entre outros, o governador Binho Marques (PT), o ex-governador petista Jorge Viana, o senador Tiao Viana e o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB), presidente da Assembléia Legislativa.
Dindin derrotou praticamente sem dinheiro uma potente máquina de guerra eleitoral que domina a cena política do Acre há mais de 12 anos.
As lideranças da coligação Frente Popular do Acre davam como certa a vitória, especialmente o PT, conforme pode ser constatado no site do diretório regional do partido.
No domingo, em Rio Branco, o PT não conseguiu quorum para eleger André Kamai para a presidência do diretório municipal.
É meu caro amigo Francisco Costa, o PT estar como um velho perfume que ninguém mais usa ou seja, estar saindo da moda. É escândalo e mais escândalo. Aqui também em Tarauacá dava-se certa a vitória da Frente popular e deu no que deu. A única desculpa que todos usam é que não tinha dinheiro, não tinha dinheiro. Dinheiro tinha, é que jogaram nas mãos dos incompetentes da vida!!! Vai entender esse povo...
Foto: Francisco Costa E Flávio Santos 2009
Bolívia está localizada no centro da América do Sul e tem fronteiras com o Brasil, o Paraguai, a Argentina, o Chile e o Peru. Trata-se de um país com uma população de aproximadamente 9,2 milhões de habitantes.
A economia da Bolívia baseia-se na produção e exportação de gás natural, mineração , indústria manufatureira e na atividade agropecuária. Registre-se que a Bolívia tem aproximadamente 21% das reservas de gás natural da América Latina, o que constitui um potencial importante para a exportação de energia. A Bolívia também se destaca na produção de soja e seus derivados e faz parte do bloco econômico denominado de Comunidade Andina (CAN) formado por Bolívia, Colômbia, Equadro, Peru e Venezuela.
Depois da privatização da Jazidas Petrolíferas Fiscais Bolivianas (YPFB), os investimentos realizados em busca e exploração, no período de 1997 e 2002, foram de cerca de US$ 2,65 bilhões.
No contexto regional, o Brasil concede importância prioritária às relações com a Bolívia, já que compartilha faixa extensa de fronteira. Sua condição de país amazônico e os benefícios da construção de gasoduto para a exportação de gás ao Brasil.
Os principais acordos bilaterais vigentes entre Brasil e Bolívia são os seguintes:
Mediante o Acordo de Complementação Econômica n° 36 (ACE-36), subscrito em 17 de Dezembro de 1996 (que substituiu o ACE-34) entre os países-membros do MERCOSUL (Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai) a Bolívia passou a ser parceira desse bloco regional estabelecendo a formação de uma Zona de Livre Comércio em um prazo de 10 anos.
Podem submeter-se a arbitragem os conflitos entre pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, prévia existência de uma convenção de arbitragem, seja como cláusula de um contrato principal ou por um acordo separado do mesmo que defina a resolução de todas as divergências que poderiam surgir entre eles, de acordo com a Lei de Arbitragem e Conciliação N° 1770.
Do ponto de vista de relações comerciais no 1º quadrimestre de 2006, Sergipe exportou para a Bolívia os seguintes principais produtos: tecidos de algodão e poliester, calçados de borracha e calçados de couro. No ano de 2005 o estado de Sergipe exportou para a Bolívia US$ 1.284 mil e não realizou nenhuma importação e no 1º quadrimestre de 2006 Sergipe exportou para a Bolívia US$ 167 mil e nenhuma importação, portanto a relação comercial de Sergipe com a Bolívia é sempre superavitária, diferentemente do Brasil em que a relação é deficitária face a elevada importação de gás natural. A Bolívia ocupa neste ano de 2006 a 15ª posição entre os principais países de destino das exportações sergipanas.
No acumulado do 1º quadrimestre de 2006, o Brasil exportou para a Bolívia US$ 221.202 mil e importou US$ 418.978 mil, gerando um déficit comercial de US$ 197.976 mil. Registre-se que do que é importado pelo Brasil da Bolívia 87,5% é referente à importação de gás natural (base de 2006 – 5º principal produto de importação do Brasil). Neste 1º quadrimestre de 2006 o Brasil importou de gás natural da Bolívia US$ 366.542 mil. Mas o Brasil não compra só gás da Bolívia, pois este ano o Brasil também importou da Bolívia os seguintes principais produtos: batatas para semeadura, alhos frescos, feijões, farinhas de outros cereais, sementes de girassol, naftas, carbonato de chumbo e couros e peles bovinos. A Bolívia ocupa a 16ª posição entre os principais países que vendem produtos para o Brasil, os principais são Estados Unidos, China, Argentina, Alemanha e Japão.
Brasil vende para a Bolívia dentre diversos produtos, os seguintes principais: pedaços de carnes de galos e galinhas, ovos de galinha para incubação, leite, cremes de leite, mudas de plantas ornamentais, castanha do Pará e café torrado, porém a Bolívia não figura na lista dos principais destinos das exportações brasileiras.
Assim, entender a funcionalidade da economia boliviana e as suas relações comerciais é fundamental para um melhor entendimento das repercussões que poderemos ter com a decisões do Presidente Evo Morales.
Muitos comerciantes de Tarauacá se dirigem à Bolívia e fazem a festa com os preços baixos daquele país. Sem pagar impostos é bem melhor. São muitos tipos de mercadorias que fazem com que muitos comerciantes tirem seus lucros rapidamente, devido o superfaturamento de produtos. Veja Exemplo:
Toalha do Flamengo na Bolívia 10,00 R$ Tarauacá 25,00 R$
Urso de Pelúcia Na Bolívia 10,00 R$ Tarauacá 45,00 R$
Calções de Time na Bolívia 5,00 R$ Tarauacá 25,00 R$
Pen Drive de 4 G na Bolívia 25,00 Tarauacá 85,00 R$
Bonecos Diversos na Bolívia 3,00 R$ Tarauacá 15,00 R$
Ventilador Pequeno na Bolívia 30,00 R$ Tarauacá 90,00 R$
Caixa de Som Pequena Bolívia 25,00 R$ Tarauacá 4x de 30,00 R$.
Fonte: www.infonet.com.br e Flávio santos 2009.
São importantes e variados os depósitos de minerais metálicos, como o estanho, prata, cobre, antimônio, zinco, ouro e enxofre. Também foram encontrados sal, petróleo e gás natural. O terreno de cultivo de algumas regiões, especialmente nos Yungas, é extraordinariamente fértil, destacando a produção de arroz, folha de coca, banana, café, cítricos e cacau.

A agricultura tem uma grande importancia na economia boliviana, já que emprega 5% da força laboral do país e representa 14,6% do produto interior bruto anual, a maioria dos bolivianos utiliza métodos de cultivo tradicionais.
Existe uma distribuição desigual da população e um sistema de transporte muito precário.Na atualidade Bolívia é auto-suficiente na produção de açúcar, arroz, soja e carne, mas ainda importa alguns alimentos. Os principais cultivos são de batata, cana de açúcar, algodão, café, milho, arroz, cereal e folhas de cocaína.
A indústria da pesca não é destacada já que, como falamos anteriormente, o país não tem saída para o mar. Utiliza o porto Chileno de Arica como centro de transporte e armazenamento de mercadorias. A falta de transporte adequado impede a exploração em grande escala dos ricos bosques bolivianos, que cobrem 48,9% do país, principalmente a região da planície.
As empresas manufatureiras operam a pequena escala: a indústria representa um 33% do produto interior bruto (PIB). As principais indústrias do país são de refinado de açúcar, de artigos de pele, fábricas de cigarro e de cimento, produtos químicos, papel, mobiliário, vidro, explosivos e fósforos. Mais de 2/3 das fábricas estão na cidade de La Paz, que também é o principal centro de comércio a nível nacional.
Bolívia conta com 3.163 km de vias ferroviárias. O trem é o meio de transporte que serve para comunicar o país com os portos dos oceanos Atlântico e Pacifico. A principal linha é a que une La Paz com o porto livre de Antofagasta, no Chile. Mais de 53.790 km de estradas percorrem o país, das quais apenas 7% estão pavimentadas e em muitas zonas só podem ser transitadas na época da seca.
A companhia de aviação Aerosur oferece vôos para as principais cidades do país e a companhia Lloyd Aéreo Boliviano dispõe de vôos a outros paises latino-americanos e para Estados Unidos. A extensão de rios que permitem a navegação de pequenos barcos totaliza uns 14.000 km.
Por: Google.com e Flávio Santos 2009.
Na suspeita, os fatos vem antes das provas. Na suspeita o que vale é a presunção da culpa. Imagine o que a suspeita é capaz de fazer no campo do ciúme, da inveja, do orgulho, ou das acusações!Conta-se que certo dia um lenhador perdeu o seu machado e passou a desconfiar que um jovem que morava nas redondezas o tinha roubado.
A partir daquele momento toda vez que olhava para o rapaz confirmava a suspeita do roubo. Pelo andar amalandrado, pelo olhar desviado, pelo sorriso zombeteiro, pelo seu jeito de ser, farseiro e ladrão.
Já não aguentava conviver com tantos fatos demonstrativos da autoria criminosa. Tinha alcançado um suposto juízo de certeza da culpa do moço.
Passados algum dias, o lenhador, cuidando de seu jardim, encontrou o seu machado, e se lembrou que o tinha deixado ali mesmo.
No outro dia, ao ver o menino, não percebeu nada de anormal. Era sempre o mesmo garoto, andar gracioso, olhar gentil, sorriso bonito, seu jeito era o de sempre, alegre e confiável, de família boa.
Aconteceu comigo também uma história parecida. Um eletricista foi até a minha casa para fazer alguns serviços, e neste mesmo dia eu tinha perdido a aliança de casamento. Dei uma busca geral, não encontrei, mas sabia que acharia.
Quando o eletricista foi embora começei a procurar com mais cuidado, procurei, procurei e comecei a me inquietar, porque a mulher cobrava com razão o uso da aliança. Então passei a desconfiar do eletricista. "Esse cabra achou meu meu anel e ficou pra ele".
No mesmo dia, à tarde, fui até o campo de futebol do meu bairro, e para minha surpresa vi o eletricista com meu anel no dedo, inclusive um pouco apertado. O jeito dele andar, a conversa desconfiada faziam aumentar minhas suspeitas. "Agora sei qual foi o momento em que ele achou o anel, por isso ele queria ir embora logo. Agora entendo porque ele fez o trabalho por um preço tão baixo."
Mas o que fazer? Não é da minha índole abordar ninguém para acusar dessa maneira, mas estava tomado pela revolta.Fui para casa indignado, já disposto a comprar outro anel para não ter confusão, nem falsas acusações ou constragimentos. Para mim ele era culpado e os fatos já tinham comprovado isso.
Resolvi no outro dia fazer as últimas buscas, e para minha supresa achei o anel dentro da fronha de um travesseiro. Que alívio meu Deus! Suspeitei de uma pessoa inocente! Que aprendizagem! Que lição! Que experiência!
E ontem, lendo a história do lenhador contada por Osho no livro Mente Tranquilalembrei-me o que ocorreu comigo, e que, com certeza, já ocorreu histórias semelhantes com muitas pessoas.
Muito cuidado, a suspeita já crucificou os braços de muitos inocentes. Não é o melhor caminho para a descoberta da verdade, não é o melhor caminho para a realização da justiça.
Por:SANDERSON SILVA DE MOURA

