segunda-feira, 20 de maio de 2019

ACRE É DESTAQUE NO THE WASHINGTON POST:

CONVERSÃO DE FACCIONÁRIOS PARA O CRISTIANISMO NO ACRE É DESTAQUE NO THE WASHINGTON POST



 O trabalho de pastores no Acre para salvar lideranças de facções virou manchete do jornal de maior circulação de Washington, um dos 50 estados dos Estados Unidos localizado nos chamados estados do Pacífico. Mais de 500 teriam deixado o poder das facções em nome de Jesus.

Escrita pela jornalista brasileira Marina Lopes, a reportagem retrata um vídeo postado nas redes sociais onde o Pastor Arnaldo Barros gravou depoimentos de líderes de facções criminosas no Acre que asseguram ter sido salvos depois que entraram no Cristianismo.

Líderes de gangues dizem que a única maneira de deixar o negócio vivo é se converter ao cristianismo. Então Barros, um tele-evangelista popular aqui no oeste do Brasil, comemora a adoção por um membro de gangue dos antigos artigos de fé usando as mais modernas ferramentas: ele grava a conversão em seu smartphone e publica os vídeos no YouTube, Facebook e WhatsApp” diz um dos trechos destacados no jornal.

Um dos depoimentos gravados pelo apresentador e pastor Arnaldo Barros para o The Washington Post, publicado no YouTube legendado em Inglês, Viera, se declara ex-líder de facção e afirma que “Deus vem em primeiro lugar, acima de tudo”. Na retranca utilizada pela jornalista, e afirma que “líderes de guanges e policiais dizem que funciona”. O jornal retrata uma das regras do Comando Vermelho instalado na capital, Rio Branco, que assegura vida para quem se converter a uma Igreja.

Viera, segundo a reportagem, se converteu no momento em que tiros se aproximavam de sua residência. Ele teria feito uma ligação para o pastor Arnaldo Barros e exclamado: “eu quero me converter!”

A matéria foi publicada na imprensa americana na última sexta-feira (17) momento em que uma equipe do governo e deputados da Assembleia Legislativa do Acre, liderados pelo vice-governador Major Rocha, buscavam, em Rondônia, um modelo de segurança para ajudar a continuar baixando os índices de criminalidade no Estado.

Em 2018, na gestão do ex-governador Sebastião Viana o Acre foi considerado o segundo do ranking de violência no país, registrando 530 assassinatos. Rio Branco, a capital, foi considerada a mais violenta do Brasil, com maior taxa de latrocínio, com 3,7 mortos para cada 100 mil habitantes.

Em entrevista exclusiva ao ac24horas, o secretário de segurança pública, Cel. Paulo César, relatou dados que começam a devolver a sensação de segurança, principalmente em Rio Branco, onde, nos primeiros 17 dias de maio, registrou queda de 64% no número de homicídios. Em todo o Estado, no mesmo período, a redução já atinge 60%.

Vídeos que mostram o trabalho social do pastor Arnaldo Barros, após a publicação no jornal americano passaram a viralizar nas redes sociais. Um deles já tem mais de 7 mil acessos. O conteúdo mostra um jovem que se identifica com o nome de Israel, no Bairro Mocinha Magalhães que pertencia a facção Ifara. “Eu quero o exército de Deus” diz um dos ex-faccionados.

Por: Copyright© 2019 @Kbym

DOCUMENTÁRIO: CHICO MENDES:

DOCUMENTÁRIO: A VIDA DE CHICO MENDES



Cartas, bilhetes e entrevistas mostram como Chico Mendes -- criado longe dos bancos da escola -- aprendeu a ler, a escrever e se tornou o maior líder seringueiro que o Brasil já conheceu. Além de testemunhar a luta dos seringueiros contra a pressão do latifúndio e a devastação da floresta. Ficha técnica Roteiro e Direção: Dulce Queiroz Imagens: Marcos Feijó Edição de Imagens: Joelson Maia e Ranivaldo Torres Videografismo: Ernani Pelúcio Produção: Pedro Henrique Sassi e Rita Andrade Trilha Original: Alberto Valério Coordenação de Longos Formatos : Dulcídio Siqueira Duração: 43 minutos. (Sérgio Silva)

Por: Copyright© 2019 @Kbym

REVOLUÇÃO ACREANA - DOCUMENTÁRIO:

A REVOLUÇÃO ACREANA FOI A DISPUTA PELO TERRITÓRIO DO QUE HOJE É O ACRE ENTRE BRASIL, BOLÍVIA E PERU




No final do século XIX, a região que hoje conhecemos como estado do Acre passou por momentos de muita instabilidade. Três países tinham interesse no território: Brasil, Bolívia e Peru. O embate entre os três passou para o campo de batalha e gerou um conflito que durou aproximadamente quatro anos.

Os bolivianos que ocupavam a região foram expulsos e o governador do Amazonas, Ramalho Júnior, organizou uma invasão do território liderada pelo espanhol Luiz Gálvez Rodríguez de Arias. A expedição de Gálvez declarou o Acre como uma República independente em 1899. Mas o Brasil reconhecia o Acre como território boliviano, enviou então uma tropa para dissolver a Revolução Acreana.

A Bolívia decidiu reagir, organizou também uma expedição militar para conquistar o território. Foram, no entanto, os seringueiros que trabalhavam no local que impediram o avanço dos bolivianos. Para completar, o governador Silvério Néri, do Amazonas, enviou outra expedição de defesa que declarou pela segunda vez o Acre como uma República independente, em 1900. Rodrigo Carvalho assumiu o cargo de presidente.

Brasileiros e bolivianos, contudo, continuaram em guerra pela região. O avanço militar dos bolivianos fez com que a segunda República Acreana fosse dissolvida. Passara-se apenas um mês de sua declaração.

Já em 1902, Silvério Néri enviou um militar gaúcho, José Plácido de Castro, para reconquistar o território do Acre. A investida das tropas lideradas pelo gaúcho caracteriza especialmente a chamada Revolução Acreana. A nova expedição obteve grande sucesso e conquistou rapidamente toda a região. Em 1903 foi declarada pela terceira vez a República do Acre, mas dessa vez dois importantes indivíduos declararam apoio à independência, o presidente Rodrigues Alves e o Ministro do Exterior Barão do Rio Branco. O Acre foi ocupado então por um governo militar sob comando do general Olímpio da Silveira.

Os bolivianos mais uma vez tentaram reagir, novas tropas foram enviadas pelo general Pando. Todavia, a diplomacia brasileira não permitiu que combates significativos acontecessem nesta ocasião. Antes das batalhas, representantes dos governos do Brasil e da Bolívia se reuniram para assinar no dia 21 de março de 1903 um tratado de paz inicial. Ao final do mesmo ano, em 17 de novembro, o tratado definitivo foi assinado.

O Tratado de Petrópolis estabeleceu o fim do confronto entre brasileiros e bolivianos pelo território do Acre. A negociação de paz foi muito bem conduzida pelo ministro Barão do Rio Branco e resultou na concessão, por parte da Bolívia, da região acreana. Em troca, o Brasil cedeu parcela do território do Mato Grosso e ainda pagou dois milhões de libras esterlinas. A Bolívia ainda requisitou a construção da ferrovia Madeira-Mamoré para permitir o escoamento da produção, especialmente marcada pela borracha.

No ano de 1904 o Tratado de Petrópolis foi regulamentado por lei federal e o Acre passou a fazer parte oficialmente do território brasileiro, mas somente em 1962 que o Acre foi considerado estado brasileiro. FONTE:

Por: Copyright© 2019 @Kbym

domingo, 19 de maio de 2019

TERRITÓRIO FEDERAL DO ACRE - 1949

TERRITÓRIO FEDERAL DO ACRE - 1949

Celso Maldos

Por: Copyright© 2019 @Kbym

IMAGENS: RIO BRANCO/AC - 1917

RIO BRANCO - IMAGENS EM VÍDEO DE 1917



Sálmon Rio



Por: Copyright© 2019 @Kbym

ACRE: BR-364: INÍCIO DA DÉCADA DE 1990:

EXPEDIÇÃO PELA BR-364 - INÍCIO DA DÉCADA DE 90

- DÉCADA DE 1990 -



Valcirley Machado

A BR-364 é uma rodovia diagonal do Brasil  que se inicia em Limeira/SP, no km 153 da SP/330 adentrando pela SP/310  até o km 292, onde entra na SP/326  indo até a divisa com Minas Gerais depois passa por Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Acre, acabando em Mâncio Lima, no extremo oeste deste último estado, sendo assim uma rodovia de fundamental importância para o escoamento da produção das regiões Norte e Centro-Oeste do país.


É uma das principais rodovias do interior do Brasil juntamente com a BR-158 e BR-163. FONTE:

Atualmente a BR-364 está asfaltada no Estado do Acre  até o município de Manoel Urbano, distante 244 quilômetros de Rio Branco. A maior e mais complicada parte está asfaltada em parte, que é o trecho entre Manoel Urbano e  Feijó (aproximadamente 100 quilômetros), já liberado para tráfego permanente. Em contrapartida, de Feijó até Cruzeiro do Sul, já existe pavimentação asfaltica. Os esforços do Governo Federal e Estadual para a conclusão desta BR e a consequente interligação dos municípios dos confins do extremo oeste do Estado do Acre com o restante do país encontra várias dificuldades, que vão desde aos problemas climáticos, haja vista que as obras só podem iniciar com a chegada do verão amazônico (que compreende os meses de julho ao fim de outubro) além de embargos ambientais, tendo em vista que a referida BR corta parques ambientais e terras indígenas. Mas as obras continuam e a cada ano a esperança de se ter esta rodovia federal concluída fica mais próximo. Verificamos que no Estado do Acre, essa Rodovia corta os município de Rio Branco, Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano, Feijó, Tarauacá, Rodrigues Alves, Mâncio Lima e por fim, Cruzeiro do Sul.

Por: Copyright© 2019 @Kbym

sábado, 18 de maio de 2019