TRF-4 NEGA NOVO PEDIDO DA DEFESA DE LULA PARA AFASTAR MORO DE
PROCESSO DA LAVA JATO
DEFESA PEDIA QUE JUIZ FOSSE AFASTADO DA CONDUÇÃO DO PROCESSO NO
QUAL O EX-PRESIDENTE É INVESTIGADO POR RECEBER UM IMÓVEL E UM TERRENO DA
ODEBRECHT.
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Desta vez, o
pedido foi feito com base em uma palestra proferida pelo magistrado. A defesa
de Lula entendeu que houve "eventual aconselhamento das partes", pois
nessa palestra Moro teria aconselhado a Petrobras, que funciona como
assistência da acusação em diversas das ações penais da Lava Jato.
O relator,
desembargador João Pedro Gebran Neto, considerou que o que houve foi uma
palestra aberta ao público em geral, que não guardava relação com o processo
penal. Por isso, negou o pedido.
O
desembargador Leandro Paulsen também não viu vinculação direta com o processo
em questão ou qualquer relação mais próxima do juiz com a parte.
O juiz
Nivaldo Brunoni, que substitui o decano Victor Laus, que está de férias, também
acompanhou o relator.
A ação trata
da acusação contra Lula de receber propina da empreiteira por meio de dois
imóveis: um terreno em São Paulo, que seria usado para a instalação do
Instituto Lula, e um apartamento vizinho à residência do ex-presidente, em São
Bernardo do Campo, em São Paulo.
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