SERVIDORES DO INSTITUTO DOM MOACYR TEMEM CALOTE E FAZEM APELO A TIÃO VIANA PARA RECEBEREM

Mais de 50
funcionários do Instituto Dom Moacyr (IDM) correm risco de não receberam suas
respectivas rescisões contratuais e acusam a diretor-presidente do órgão, Rita
Paro de não tratar os devidos pagamentos como prioridade no final de sua
gestão, marcada por desmandos e contradições.
Segundo
informações de servidores que pediram para não serem identificados temendo
represálias por parte da direção, em uma planilha consta o nome de 41
funcionários ainda não receberam seus devidos pagamentos. O valor global da
referida planilha é R$ 198 mil.
Ainda
segundo informações, a referida planilha estaria defasada, uma vez que cerca de
15 entraram na mesma situação. Todas as rescisões em questão são de processos
seletivos provisórios do governo estadual realizados entre 2009 a 2012.
Portanto, deveriam ter sido pagas em 2015.
Além de
ficarem desempregados e sem perspectiva, os servidores sabem que vão enfrentar
muitas dificuldades, casos não recebem o dinheiro referente às rescisões
contratuais. Por isso, fazem um apelo ao governador Tião Viana para priorizar o
referido pagamento.
HISTÓRICO:
Criado no
governo Jorge Viana, em 2005, o Instituto de Desenvolvimento da Educação
Profissional Dom Moacyr (IDM) surgiu da antiga Gerência de Educação
Profissional (Gepro), que funcionava como parte integrante da Secretaria de
Estado de Educação.
No mesmo ano, o IDM passou a ser o órgão responsável por coordenar e executar políticas públicas de educação profissional e tecnológica do governo estadual, conquistando autonomia administrativa, financeira e pedagógica. Também começou a acompanhar e avaliar ações de educação profissional de caráter privado.
DESPERDÍCIO:
Em função da
inoperância do governo estadual, mais de R$ 30 milhões deixaram de ser
investidos em educação profissional e tecnológica somente em 2018.
Os referidos
recursos são liberados pelo governo federal, por meio do Fundo Nacional de
Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão criado no governo militar e vinculado
ao Ministério da Educação. FONTE:
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