PLANO DE AÇÃO COMUNITÁRIO
“POR TARAUACÁ SEM VIOLÊNCIA”
“NINGUÉM EDUCA NINGUÉM.
O SER
HUMANO SE EDUCA EM CONVIVÊNCIA NA SOCIEDADE”
O PROJOVEM URBANO DE TARAUACÁ finalizou ontem (07) o Plano de Ação Comunitário:
Tarauacá: Segurança pública Já!!!”. Projeto implementado pela ação de educadores
em mobilização da sociedade tarauacaense com os altos índices de violência em
osso município. Uma boa caminhada pela paz, dignidade e um grito de alerta para
nossos governantes de nosso estado do Acre. A violência em Tarauacá é um
problema constante: Crimes hediondos, assaltos, criminalidade, drogas,
furtos...Tudo caminha para o pior, se nossas autoridades não se manifestarem e
tomarem decisões para ações fora dos gabinetes.
VIOLÊNCIA: Para um enfrentamento das causas,
a participação de toda a sociedade – tanto cobrando soluções do Poder Público
como se organizando em redes comunitárias de proteção e apoio, de
desenvolvimento social e mesmo de questões de segurança pública – é um caminho
apontado pelos especialistas.
Não significa substituir as
funções do Estado, mas trabalhar em conjunto. E é importante não transformar o
diagnóstico, a identificação das causas, em motivo para mais violência. Afirmar
que as áreas urbanas mais desprovidas de recurso facilitam a criminalidade não
significa dizer que os moradores dessas áreas sejam culpados. Na verdade, além
de enfrentar condições precárias de subsistência, essa população ainda é a
principal vítima de crimes violentos.
POLÍTICAS PÚBLICAS: Grande parte das ações necessárias está na gestão
urbana, que compete aos municípios. Como a segurança pública é tarefa dos
Estados, é preciso haver integração entre políticas urbanas e políticas de
segurança pública.
ESCOLA: A escola
também é um ponto importante: espaço privilegiado de convívio e de formação da
pessoa, precisa ter qualidade e se integrar à comunidade a sua volta. Escolas
que permanecem abertas nos finais de semana, para uso da comunidade, conseguem
quase eliminar o vandalismo em suas dependências.
Além
de uma escola pública melhor, fazem parte da lista de ações recomendadas por
quem estuda a violência uma polícia melhor equipada e um Poder Judiciário mais
ágil e, se necessário, mais rigoroso.
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